Desporto Costa quer final da Taça no Jamor mas admite estádio alternativo

Costa quer final da Taça no Jamor mas admite estádio alternativo

O primeiro-ministro espera que haja condições para que a final da Taça de Portugal se realize no estádio do Jamor. No entanto, António Costa admite que por questões de segurança a final possa ter de se realizar noutro local ou à porta fechada.
Costa quer final da Taça no Jamor mas admite estádio alternativo
Lusa
David Santiago 17 de maio de 2018 às 12:40

António Costa espera que a final da Taça de Portugal que opõe o Sporting ao Desportivo das Aves se possa realizar no "local próprio", porém o primeiro-ministro lembra que por "questões de segurança" há alternativas que podem obrigar à realização noutro estádio ou à porta fechada.

Seja como for, seria para Costa uma "grande tristeza" que a final não fosse disputada no estádio do Jamor, onde o líder socialista afiança espera estar no próximo domingo "com muito gosto".

"O meu desejo obviamente, e acho que é o desejo de todos, é que haja condições para a final da Taça se realizar no Jamor com total normalidade", explicou António Costa à margem da cimeira entre a União Europeia e os Balcãs que decorre em Sófia, capital da Bulgária.

Contudo, Costa nota que "se forem necessárias outras medidas" devido a "questões de segurança", então a "mudança de local" ou a realização do jogo á porta fechada são opções em cima da mesa.

Mas Costa espera que tal não seja necessário, até porque os jogadores e adeptos das duas equipas "merecem que tudo decorra com total normalidade".

Sobre a proposta de lei para combater a violência no desporto que está há mais de um ano congelada, o primeiro-ministro garante que "está a ser elaborada" e assegura que a mesma estará "seguramente" pronta no início da próxima sessão legislativa.

O episódio de violência da última terça-feira em Alcochete, em que dezenas de adeptos encapuçados invadiram o centro de treinos do Sporting e agrediram jogadores e elementos da equipa técnica do clube, continua a suscitar reacções da classe política. O Presidente da República e o presidente da Assembleia da República, Marcelo Rebelo de Sousa e Ferro Rodrigues, respectivamente, estão entre aqueles que já condenaram o sucedido. 




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