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Autoridade da Concorrência acusa sete empresas de vigilância de cartel em concursos públicos

A Autoridade da Concorrência emitiu a nota de culpa para sete empresas de vigilância e segurança.

Margarida Matos Rosa, presidente da AdC, quer mais concorrência nos serviços financeiros.
João Miguel Rodrigues
Negócios 19 de Julho de 2021 às 17:06
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A Autoridade da Concorrência acusou um conjunto de empresas dos serviços de vigilância e segurança por cartel em concursos públicos. Segundo anunciou a nota de ilicitude foi contra as empresas 2045/Gália, Comansegur, Grupo 8, Prestibel, Prosegur, Securitas e Strong Charon, que agora terão um período de defesa.

Só depois é que esta acusação terá uma decisão final, onde estarão as sanções a aplicar, nomeadamente coimas.

Segundo a Autoridade da Concorrência estas empresas terão estado envolvidos num cartel em concursos públicos em todo o território nacional, desde, pelo menos, 2009.

 

"A acusação da AdC considera que existe uma probabilidade razoável de estas empresas virem a ser sancionadas por haverem fixado os níveis de preços e repartido clientes no âmbito dos referidos de procedimentos de contratação pública", diz em comunicado, explicando que o processo foi aberto na sequência de denúncias e exposições.

 

A Autoridade da Concorrência realça ainda que estas empresas representam cerca de metade da oferta do mercado de segurança e vigilância.

 

No âmbito do inquérito, foram feitas buscas em outubro e novembro de 2019 e apreensão de documentação em cinco das visadas localizadas no distrito de Lisboa.

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