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Cláudia Azevedo aufere 812 mil euros em 2019

Cláudia Azevedo, que a 30 de abril do ano passado se tornou a presidente executiva da Sonae, recebeu 812.267 euros em 2019. Já Paulo Azevedo e Ângelo Paupério auferiram menos do que no ano precedente.

Paulo Duarte
Carla Pedro cpedro@negocios.pt 07 de Abril de 2020 às 01:23
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A CEO da Sonae SGPS, Cláudia Azevedo, que assumiu o cargo a 30 de abril do ano passado, auferiu nessas funções 715.600 euros. Contabilizando também os 96.667 euros de remuneração atribuída por sociedades dominadas pela Sonae (ou em relação de grupo), o total recebido foi de 812.267 euros.

 

Já Paulo Azevedo, que com a passagem do testemunho à irmã passou a ser o chairman da Sonae, recebeu um total de 1.276.774 euros.

 

Estas remunerações encontram-se repartidas por várias componentes e abrangem pagamentos relativos a anos precedentes (sem contabilizar os planos em aberto).

 

A título de presidente do "board", Paulo Azevedo auferiu 868.700 euros (659.900 ainda por conta de 2018 e 208.800 referentes a 2019).

 

A estes valores acrescem 214.300 como administrador não executivo, a partir de 8 de maio do ano passado, bem como 193.774 euros do valor vencido e liquidado em 2019 a título do prémio variável de médio prazo (PVMP).

 

Em 2018, Paulo Azevedo, então co-CEO da Sonae (com Ângelo Paupério), recebeu um valor ilíquido de 1.609.000 euros, menos 31.553 euros face aos 1.640.553 euros auferidos no ano precedente. Assim, em 2019 a remuneração total diminuiu em 332.226 euros quando comparada com o ano anterior.

 

Já a remuneração de Ângelo Paupério, que foi também presidente executivo da retalhista dona do Continente até Cláudia Azevedo agarrar nas rédeas da empresa, foi de 2.342.992 euros no ano passado. Nos quatro meses em que ainda foi co-CEO da empresa, auferiu 228.600 euros, a que se somam 724.500 euros a título do que ainda era devido de 2018. Já como administrador não executivo, desde 8 de maio de 2019, recebeu 95.036 euros.

 

A estes valores recebidos por Ângelo Paupério juntam-se 289.772 euros do valor vencido e liquidado em 2019 a título do prémio variável de médio prazo (PVMP), bem como 30.000 euros de remuneração atribuída por sociedades dominadas pela Sonae (ou em relação de grupo) na qualidade de administrador executivo e ainda 340.367 euros como administrador não executivo.

 

Em 2018, Ângelo Paupério tinha recebido 2.648.703 euros, pelo que a remuneração diminuiu no ano passado em 305.711 euros.

 

O "board" da Sonae (com 14 administradores) recebeu assim 2.158.000 euros de remuneração fixa e variável em 2019 (sem contabilizar pagamentos relativos a anos precedentes nem remunerações atribuídas por sociedades dominadas pela Sonae [ou em relação de grupo]), sendo que por conta de valores ainda devidos relativamente a 2018 auferiram 1.717450 euros.

 

Quando Cláudia Azevedo assumiu as funções de CEO, o "board" passou a contar apenas com dois administradores executivos: a presidente e João Dolores (até então ‘chief corporate center officer’ do grupo).

 

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