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Altice Portugal entra na comercialização de energia 100% renovável

A Altice anunciou hoje a entrada numa nova área de negócio, com o início da comercialização de eletricidade nos seus pacotes de telecomunicações.

 9.º PT Empresas – 363 milhões de dólares
Pedro Catarino
André Veríssimo averissimo@negocios.pt 10 de Julho de 2020 às 15:48
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Os clientes do Meo vão poder juntar ao serviço de telecomunicações o fornecimento de energia, anunciou hoje o CEO da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, assinalando a entrada numa nova área de negócio.

 

O Meo Energia resulta de uma parceria com a PT Live, um pequeno comercializador do mercado liberalizado de eletricidade, com cerca de 6000 clientes, que passará a ofercer o serviço em exclusivo para os clientes da Meo. A empresa mudará de nome também para Meo Energia. "Toda a energia comercializada é 100% verde de forma certificada", garantiu o CEO da Altice Portugal.

A subscrição do serviço de energia poderá ser realizada pelos clientes através do site da Meo, dando direito à duplicação dos "plafonds" de internet móvel. Alexandre Fonseca não avançou o valor do investimento, nem quis deixar uma meta para a quota que a Altice Portugal pretende atingir no mercado de eletricidade, mas disse que empresa aponta aos 1,6 milhões de clientes que tem na rede fixa e quer "ser um player relevante".

Alexandre Fonseca destacou "o projeto novo e inédito", que "alarga o ecossistema da Altice Portugal" com uma nova área de negócio". "É mais um passo na inovação ao nível da oferta de produtos e serviços".

O responsável salientou ainda o foco na sustentabilidade, que considerou "uma preça-chave na estratégia da Altice Portugal". Estamos a "fazer da sustentabilidade uma parte integrante da nossa oferta de produtos e da nossa cultura empresarial". Quatro quintos da energia consumida pela empresa já é de origem renovável, garantiu.
 
João Epifânio, chief sales officer, explicou que o serviço está a ser desenvolvido há cerca de um ano, envolveu uma equipa de cerca de 50 pessoas e arrancou com um piloto comercial em outubro.

Sobre o futuro, Alexandre Fonseca adiantou que neste momento a oferta está focada no mercado residencial, mas o mercado empresarial "é uma perspetiva de evolução".

(Notícia atualizada às 17h)

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