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Consórcio da EDP e Engie para o eólico offshore concorre a 790 MW nos Países Baixos

Com um portefólio total de 11,2 GW, a Ocean Winds já está presente em sete países com 12 projetos eólicos offshore - incluindo os já em operação Moray East (Reino Unido, 950 MW), Seamade (Bélgica, 487 MW) e WindFloat Atlantic (Portugal, 25 MW).

Reuters
Negócios jng@negocios.pt 19 de Maio de 2022 às 11:08
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A Ocean Winds, consórcio internacional internacional criado pela EDP Renováveis e pela francesa Engie para o desenvolvimento de projetos eólicos offshore no miundo, apresentou uma proposta ao governo dos Países Baixos para uma das zonas do parque Hollandse Kust West (HKW). Com esta candidatura quer ter o direito a desenvolver cerca de 790 MW de capacidade eólica offshore.

Localizado a 53 km da costa, o local para o futuro parque eólico offshore com tecnologia fixa ao fundo do mar (ao contrário das turbinas flutuantes que a Ocean Winds tem em Viana do Castelo) cobre uma área de aproximadamente 88 km2 e deverá gerar mais de 3,4 TWh de energia limpa.

Com um portefólio total de 11,2 GW de capacidade bruta, a Ocean Winds já está presente em sete países com 12 projetos eólicos offshore - incluindo os já em operação Moray East (Reino Unido, 950 MW), Seamade (Bélgica, 487 MW) e WindFloat Atlantic (Portugal, 25 MW).

"A Ocean Winds quer apoiar a ambição holandesa de acelerar a construção eólica offshore até 2030. Com uma licitação focada em critérios ecológicos, imaginamos que o projeto HKW Site VI defina um novo padrão para integrar também a ecologia nos projetos de futuros parques eólicos. A Ocean Winds elaborou um programa composto por inúmeros investimentos e inovações que abrangem as fases de projeto, construção e operação. Ao adotar uma abordagem inclusiva da natureza para o desenvolvimento do parque eólico, a nossa proposta fornecerá uma contribuição positiva para a ecologia no Mar do Norte com o máximo de produção em conhecimento ecológico", disse Grzegorz Gorski, diretor de Operações da Ocean Winds.
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