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Mexia: "Não queremos privilégios. Queremos ser tratados com isenção"

O presidente executivo da EDP defende que a decisão do antigo secretário de Estado Seguro Sanches não tem "fundamento técnico nem legal". 

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Mexia: 'Não queremos privilégios. Queremos ser tratados com isenção'
Sara Ribeiro sararibeiro@negocios.pt 26 de Fevereiro de 2019 às 15:35
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"Chega de manipulação e distorção dos dados. Vamos aos factos". Foi com esta mensagem que António Mexia, presidente executivo da EDP, arrancou a sua audição na comissão de inquérito às rendas de energia que está a decorrer esta terça-feira no Parlamento.

 

O gestor começou por relembrar que há dois anos já tinha manifestado a sua disponibilidade "para vir ao Parlamento quando se começou a falar neste conceito que não existe de rendas excessivas".

 

Durante a sua intervenção inicial, António Mexia relembrou que o regime dos CMEC, bem como as outras questões que estão a ser debatidas na comissão de inquérito como a extensão das licenças de produção de eletricidade nas barragens da EDP, foram aprovadas pelos vários Governos e por entidades europeias. "Estranhamente a verdade que se pretende omitir é essa", atirou.

 

"Não queremos privilégios, nunca quisemos. Queremos apenas ser trados com isenção", acrescentou António Mexia deixando a promessa que durante a sua intervenção ia apresentar documentos que iam "mostrar os factos" que sustentam as suas declarações sobre a decisão do anterior secretário de Estado da Energia não ter "fundamento técnico nem legal". O gestor referia-se ao despacho assinado por Seguro Sanches em 2018 que obriga a elétrica a devolver 285 milhões de euros por alegados ganhos no âmbito do regime dos CMEC.

 

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