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Quartos para arrendar disparam 77% e preços descem em Lisboa e Porto

Fora das duas grandes cidades, Faro também viu um decréscimo, na ordem dos 8%, mas Coimbra e Braga, por exemplo, não viram alterações.

A lei foi aprovada na quinta-feira e aplica-se a partir de 1 de abril.
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Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 27 de Agosto de 2020 às 11:01

A oferta de quartos para arrendar em casa partilhada disparou 77% no último ano, segundo um estudo publicado pelo idealista, um marketplace imobiliário português.

"O aumento da oferta de quartos provocou descidas nos preços em Lisboa no Porto", justifica o Idealista, apontando uma descida na capital de 9% e na cidade Invicta de 3%, face aos anteriores 12 meses.

Apesar da descida, Lisboa continua a ser a cidade com os quartos mais caros em Portugal, onde os preços rondam os 371 euros mensais. Segue-se o Porto (299 euros por mês), Faro (290 euros), Setúbal (288 euros), Aveiro (267 euros) e Braga (255 euros). As mais económicas são Coimbra e Leiria, que correspondem a 203 euros e 214 euros mensais, respetivamente.

Fora das duas grandes cidades, Faro também viu um decréscimo, na ordem dos 8%, mas Coimbra e Braga, por exemplo, não viram alterações. No sentido contrário vão Aveiro e Leiria, que mostram um aumento de 13% nas rendas.

Ao mesmo tempo que a oferta sobe, também a procura está a ascender, embora com muito menos ritmo: cresceu 8% face ao período homólogo.

Não-fumadores de 33 anos são os típicos arrendatários

Pessoas com 33 anos, que vivem no centro de grandes cidades e não fumam (apesar de tolerantes com quem fuma), marcam o perfil das pessoas que partilham casa em Portugal, descreve ainda a mesma fonte.

A idade média dos habitantes de uma casa partilhada varia em função da zona geográfica, sendo Setúbal a cidade com a média mais alta, rondando os 35 anos. Seguem-se Braga, com uma média de idades de 33 anos e Lisboa onde a média é de 32 anos.

O estudo mostra ainda que em 77% das casas convivem ambos os sexos, enquanto em 18% vivem apenas indivíduos do sexo feminino e 5% exclusivamente masculino.

O arrendamento é, desta forma, a opção habitacional de vários jovens nos seus primeiros anos no mercado de trabalho e em alguns casos até mais tarde." A atual realidade do mercado de arrendamento português nas grandes cidades faz com que seja complexo para muitas pessoas solteiras ou separadas suportar o custo de uma casa, tornado o arrendamento de um quarto a opção mais vantajosa", afere o Idealista.

 

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