Tecnologias Já são conhecidos os produtos mais inovadores escolhidos pelos portugueses

Já são conhecidos os produtos mais inovadores escolhidos pelos portugueses

O Continente e a Nos, do grupo Sonae, arrecadaram mais de um quarto dos galardões da edição deste ano do “Produto do Ano”, mas o considerado mais inovador foi uma “app” que mede os níveis de glicose em indivíduos portadores de diabetes.
Já são conhecidos os produtos mais inovadores escolhidos pelos portugueses
O produto considerado mais inovador foi uma "app" que se destina a medir os níveis de glicose em indivíduos portadores de diabetes.
Rui Neves 07 de fevereiro de 2020 às 13:33

A "app" FreeStyle Libre Link, um dispositivo que se destina a medir os níveis de glicose em indivíduos portadores de diabetes, da farmacêutica Abbott, foi escolhido pelos consumidores portugueses como o produto mais inovador criado no ano passado.

 

Trata-se da iniciativa "Produto do Ano", atualmente presente em 46 países e que tem como objetivo "guiar os consumidores até aos melhores produtos do mercado e premiar os produtores pela qualidade e inovação".

 

Dos 42 produtos distinguidos, de um total de 126 avaliados, destacam-se a marca Continente, que arrecadou sete "Produtos do Ano", e a Nos, que foi galardoada com quatro.

 

A cerimónia de entrega dos prémios está marcada para 10 de fevereiro, no Pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.

 

A avaliação realizada pela Netsonda, que garante ter inquirido 4.708 pessoas, revela que 92% dos portugueses gostam de experimentar novos produtos, enquanto 79% está disposto a pagar mais por um produto novo, desde que o satisfaça.

 

O mesmo estudo revela que 66% dos portugueses são da opinião que os novos produtos são pouco diferentes dos produtos já existentes e a maioria dos consumidores (87%), sobretudo mulheres, privilegiam os produtos que tenham uma boa relação qualidade/preço.

 

"Existe ainda quem valorize os produtos que melhoram a saúde – 53% dos portugueses – e 39% da população inquirida prefere produtos mais naturais, especialmente as mulheres", enfatiza a empresa, em comunicado.

 

Ainda segundo este estudo, para 31% dos consumidores o preço pode influenciar a compra do produto inovador, mas cerca de 18% dos inquiridos apontam a não adequação do produto como o motivo que influencia a compra.

 

E "apesar de estarmos na era do e-commerce", a Netsonda refere que "foi possível perceber com este estudo que as lojas físicas continuam a ser o local de maior contacto com os produtos eleito pelos consumidores (63%)".

 

 




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