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Microsoft quer investir dez mil milhões na empresa da app ChatGPT

A gigante tecnológica já investiu anteriormente mil milhões de dólares na OpenAI, cofundada por Sam Altman, Elon Musk, entre outros. Agora quer elevar a fasquia numa ronda que pode atirar a avaliação da empresa para os 29 mil milhões.

A compra da Activision Blizzard pela Microsoft por 75,1 mil milhões de dólares poderá tornar-se o maior negócio do ano, caso seja concluído.
Justin Lane/Epa
Marta Velho martavelho@negocios.pt 10 de Janeiro de 2023 às 11:17
A Microsoft terá uma proposta de peso na corrida para a próxima ronda de investimento na OpenAI, a empresa de inteligência artificial que ganhou notoriedade no final do ano passado, com a aplicação ChatGPT. Fontes próximas do processo indicaram à Bloomberg que a gigante tecnológica está a ponderar investir perto de 10 mil milhões de dólares, numa ronda que deverá atirar a avaliação da Open AI para os 29 mil milhões de dólares.

A Microsot já investiu anteriormente mil milhões na empresa e pretenderá implentar a ChatGPT no seu motor de busca Bing. O negócio está a ser discutido há meses e, para já, em cima da mesa está a injeção de dinheiro ao longo de vários anos. Os termos do investimento estão ainda a ser negociados e podem, por isso, sofrer alterações. A conclusão do acordo, inicialmente projetado para o final de 2022, deverá estar para breve.

A app ChatGPT, lançada no final de novembro, foi um sucesso instantâneo na internet, conquistando um milhão de utilizadores em menos de uma semana. A tecnologia - que analistas acreditam que possa vir a ameaçar o trabalho de escritores profissionais e até o motor de busca da Google - simula conversações e a escrita humana. A aplicação tem fomentado o debate sobre a utilização de inteligência artificial em indústria criativas.

A OpenAI foi fundada em 2015 pelo programador Sam Altman e contou também com a participação de Elon Musk, entre outros cofundadores. Até ao momento já conseguiu arrecadar cerca de mil milhões de dólares em investimento. O seu modelo de negócio baseia-se na venda de licenças de inteligência artificial a terceiros.

A concretização da ronda de investimento nos moldes que têm sido avançados pela imprensa internacional vai duplicar a avaliação da OpenAi e torná-la numa das startups norte-americanas com melhor valorização. 
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