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Bancos que financiaram Musk querem garantias da Tesla para aliviar dívida do Twitter

A estratégia tem como objetivo substituir o crédito de três mil milhões de dólares, com um juro de 11,75% financiado pelo grupo de bancos para a compra da rede social. O empréstimo deve ter como colateral ações da Tesla.

Reuters
Fábio Carvalho da Silva fabiosilva@negocios.pt 08 de Dezembro de 2022 às 11:54
O grupo de bancos que financiou a compra do Twitter por Elon Musk estão a ponderar a possibilidade de o homem mais rico do mundo contrair novos empréstimos associados às ações da Tesla para aliviar os elevados encargos da dívida contraída para a aquisição, segundo avança a Bloomberg.

Ao todo a dívida do Twitter é de 13 mil milhões de dólares, tendo sido assumida pela rede social no acordo para a sua compra por Elon Musk por 44 mil milhões de dólares, de acordo com informação prestada por fontes conhecedoras do assunto à agência financeira.

Até agora, o grupo de bancos discute a opção de serem contraídos "margin loans" apenas para parte da dívida, o crédito não garantido de três mil milhões de dólares, com um juro de 11,75%, o montante máximo que os bancos concordaram em financiar a aquisição em abril.

Morgan Stanley, Bank of America, Barclays e Mitsubishi UFJ Financial Group fazem parte do grupo de credores.

A notícia surge depois de em outubro a Reuters ter avançado que os bancos tinham desistido da ideia de vender a dívida a investidores, devido às incertezas em torno dos resultados do Twitter.

Agora, a Bloomberg acrescenta que o grupo de credores não deve vender a dívida a investidores institucionais até ao ano novo.
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