Telecomunicações Reclamações sobre telecomunicações caem no primeiro semestre

Reclamações sobre telecomunicações caem no primeiro semestre

A Meo foi o principal alvo das reclamações no setor das comunicações eletrónicas, seguida pela Nos.
Reclamações sobre telecomunicações caem no primeiro semestre
Pedro Elias
Rafaela Burd Relvas 01 de outubro de 2019 às 13:03
Os clientes de serviços de comunicações apresentaram menos reclamações no primeiro semestre deste ano. Os dados foram divulgados esta terça-feira, 1 de outubro, pela Anacom, em comunicado enviado às redações.

Ao todo, no primeiro semestre de 2019, os utilizadores de serviços de comunicações apresentaram 43 mil reclamações, o que representa uma quebra de 11% face a igual período do ano passado, quando o número de reclamações tinha aumentado 25%.

Deste total, 32 mil reclamações foram relativas ao setor das comunicações eletrónicas, menos 13% do que no ano passado. A Meo foi o alvo de 37% destas reclamações, seguida pela Nos, com 34% das reclamações, a Vodafone (25%) e a Nowo/Oni (4%).

Apesar de ser aquele que reúne o maior número de reclamações, a Meo foi o único operador que viu o número de reclamações diminuir, em 32%, face ao semestre homólogo. No ano passado, a Meo tinha registado um aumento de 105% no número de reclamações.

Neste setor, a faturação de serviços foi o assunto mais contestado, respondendo por 31% das reclamações.

Já no setor postal, as reclamações desceram 5%, para cerca de 10,7 mil. Deste total, 86% visaram os CTT. Ainda assim, as reclamações dos CTT registaram uma redução de 12% em relação ao ano passado. A Chronopost foi o segundo operador postal mais reclamado, com 7% das reclamações do setor.

A maioria das reclamações sobre serviços postais estava relacionada com a entrega de objetos postais no domicílio e com o atraso na entrega de objetos postais.

A Anacom salienta que é "muito relevante a redução verificada" e diz esperar que a "trajetória de descida se mantenha para o futuro, em linha com as ações" que têm sido desenvolvidas para "assegurar uma proteção máxima dos direitos dos utilizadores das comunicações, em todo o território e, em especial, junto das populações mais vulneráveis".



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