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CEO da TAP: "A partir de 2021 crescimento está comprometido"

Antonoaldo Neves diz que as obras no aeroporto Humberto Delgado podem melhorar a pontualidade em 20 pontos percentuais e permitem um crescimento de mais de um milhão de passageiros por ano.

Lusa
Maria João Babo mbabo@negocios.pt 22 de Março de 2019 às 12:27
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O presidente executivo da TAP, Antonoaldo Neves, afirmou esta sexta-feira, na apresentação de resultados de 2018, que sem as obras no Aeroporto Humberto Delgado a TAP só conseguirá crescer em 2019 e 2020.

 

"A partir de 2021 o crescimento da TAP está comprometido se não houver obras ", disse o responsável, frisando que com as obras no atual aeroporto de Lisboa e com o sistema de navegação aérea a pontualidade da companhia aérea pode melhorar em 20 pontos percentuais.

 

Por outro lado, garantiu, a partir de 2020 a TAP poderá continuar a crescer um milhão, a um milhão e meio de clientes por ano.

 

"Felizmente no segundo semestre começam as obras na Portela", afirmou, apontando a necessidade de introdução de saídas rápidas, prolongamento de taxiway, a construção de 10 a 15 stands de estacionamento - o que implica eliminar a pista 17-35 - e construir 10 a 15 portas de embarque.

 

A TAP registou um prejuízo de 118 milhões de euros no ano passado, dos quais 95 milhões são atribuíveis a custos não recorrentes e extraordinários, relacionados com a reestruturação, os acordos sindicais e as indemnizações pagas a clientes na sequência de atrasos e cancelamentos de voos.

De acordo com os resultados apresentados esta sexta-feira, 22 de março, pelo grupo, as receitas apresentaram um crescimento de 9,1% para 3,2 mil milhões de euros, tendo o número de passageiros transportados atingido os 15,8 milhões no ano passado.

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