Lisboa fecha no verde com bons ventos polacos no BCP e avanço da Mota
A indicação de que a Zona Euro evitou uma recessão animou as bolsas esta terça-feira, com Lisboa a acompanhar o sentimento positivo vivido nas congéneres europeias. O PSI ganhou 0,63%, para os 6.292,61 pontos, com 10 cotadas em alta, cinco em queda e uma - a Corticeira Amorim - a fechar inalterada.
A dar gás à praça nacional esteve o BCP, que avançou 2,79%, para os 0,2727 euros, após ser divulgado que o polaco Bank Millennium, que o banco liderado por Miguel Maya controla, regressou aos lucros no ano passado após dois exercícios no vermelho.
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A ajudar o índice nacional esteve igualmente a Mota-Engil, com uma subida de 2,55%, até aos 5,22 euros. A construtora continua a trajetória ascendente - no ano passado foi a cotada que mais ganhou - e fechou no valor mais alto desde 18 de setembro de 2014. A capitalização bolsista da empresa liderada por Carlos Mota dos Santos superou a fasquia dos 1.600 milhões de euros.
Nota ainda para a valorização de 2,46% da Ibersol, para 6,66 euros, num dia em que foi anunciado que a KFC, uma das marcas da Ibersol, abriu nove restaurantes em Portugal no ano passado.
Entre os pesos pesados, a Jerónimo Martins ganhou 0,67%, para 20,92 euros, enquanto a EDP subiu 0,35%, fechando nos 4,001 euros, e a Galp valorizou 0,27%, para 0s 14,68 euros.
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A impedir melhor desempenho do PSI, a EDP Renováveis continuou a série negativa dos últimos dias e perdeu 0,74%, terminando a sessão a cotar nos 14,74 euros.
Em queda fecharam ainda a Semapa, com uma descida de 0,7%, para 14,22 euros, e a Sonae, que cedeu 0,67%, encerrando nos 0,8955 euros.
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