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CTT sobem mais de 3% e Cofina dispara 17% em sessão negativa no PSI-20

Os principais pesos pesados do PSI-20 fecharam no vermelho, com a Galp Energia a ceder mais de 1%.

Sérgio Lemos
Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 13 de Agosto de 2020 às 16:51
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O PSI-20 fechou a cair 0,06% para 4.479,11 pontos, com 10 cotada em queda e oito em alta, sofrendo a primeira sessão negativa da semana.

Nas praças europeias a tendência também foi negativa, com os índices corrigirem dos ganhos recentes. Ontem o Stoxx600 subiu mais de 1% e hoje caiu 0,6%, pressionado sobretudo pelo banco HSBC e pela descida acima de 16% da ThussenKrupp.

A contribuir para o pessimismo observado no velho continente está a renovada preocupação dos investidores quanto a uma nova escalada na disputa comercial promovida pelos Estados Unidos contra os principais blocos económicos. No âmbito da contenda em torno das ajudas de Estado concedidas à europeia Airbus, Washington revelou pretender manter em vigor a tarifa aduaneira agravada de 15% sobre bens relacionadas com a indústria aeronáutica.

Em Lisboa os principais pesos pesados fecharam no vermelho, com a Galp Energia a ceder 1,35% para 9,674 euros, a EDP a recuar 0,5% para 4,395 euros e o BCP perder 0,47% para 0,1066 euros.

A limitar a queda do índice voltou a estar os CTT, que ganharam 3,51% para 2,945 euros. As ações dos correios subiram pela quinta sessão e estão a negociar em máximos de fevereiro.

Ainda a impulsionar o PSI-20 as ações da Sonae subiram 0,49% para 0,6155 euros e a Nos avançou 0,93% para 3,704 euros. A Navigator também contribuiu para a queda apenas ligeira do PSI-20, ao fechar a sessão com uma valorização de 1,4% para 2,312 euros.

Fora do PSI-20 destacou-se a Cofina, que disparou 17,27% para 0,258 euros depois de ter lançado uma oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Media Capital por um valor substancialmente mais baixo do que a anterior oferta que foi agora reformulada.

A Cofina (que detém o Negócios) comunicou a oferta à CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários), com várias alterações face à operação anunciada em setembro do ano passado. Agora, a reformulação da oferta anterior pressupõe uma contrapartida de 41,5 cêntimos por ação da Media Capital, um valor 82% inferior aos 2,3336 euros por ação oferecidos na primeira abordagem.

As ações da Media Capital não negociaram.

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