Lisboa fecha com ganhos moderados à boleia da Europa. Mota-Engil dispara quase 6%
Num dia marcado pela incerteza em torno das negociações de cessar-fogo no Médio Oriente, que os EUA alegam e o Irão nega, as bolsas acabaram por subir, impulsionando o PSI. A construtora e a Sonae ganharam mais de 5%
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A bolsa de Lisboa fechou em alta moderada esta segunda-feira, seguindo os ganhos das congéneres europeias, num dia marcado pela incerteza em torno das negociações de cessar-fogo no Médio Oriente, que os EUA alegam e o Irão nega.
O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,25% para 8.778,51 pontos, com 11 dos seus 16 títulos no verde.
As construtoras, bastante expostas à conjuntura internacional, estiveram entre os principais ganhos, com a Mota-Engil a disparar 5,88% para 4,288 euros, enquanto a Teixeira Duarte somou 3,95% para 0,421.
Destaque também para os ganhos da Sonae e dos CTT. A retalhista somou 5,63% para 1,84 euros, enquanto os CTT ganharam 4,54% para 5,99 euros, depois de os principais dirigentes da empresa terem comprado ações da empresa na sexta-feira, no seguimento de uma forte desvalorização dos títulos.
Do lado das perdas, destaque para a Galp, que foi penalizada pela perspetiva de um cessar-fogo no Médio Oriente, o que fez afundar os preços do crude. A petrolífera recuou 4,74% para 20,31 euros, depois de esta segunda-feira ter comunicado o final do atual programa de recompra de ações e respetiva redução de capital.
Os pesos pesados Jerónimo Martins e EDPR também pressionaram. A dona dos supermercados Pingo Doce recuou 1,09% para 19,96 euros, enquanto a empresa de energias renováveis cedeu 1,54% para 12,75 euros.