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Lisboa fecha em queda. Mota dispara para máximo de dois anos

A bolsa portuguesa encerrou no vermelho, acompanhando o sentimento negativo vivido nas principais praças europeias. Pela positiva, a Mota-Engil escalou mais de 7%, para máximos de dois anos.

Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 25 de Janeiro de 2023 às 16:49
O PSI recuou 0,68%, para os 5.898,56 pontos, acompanhando as perdas verificadas nas principais praças europeias. Das 15 cotadas do índice, apenas três fecharam no verde, 11 caíram e a Corticeira Amorim encerrou inalterada.

O índice nacional foi pressionado principalmente pelos pesos pesados BCP, que cedeu 1,88%, para os 0,1879 euros, e Galp, que caiu 1,41%, encerrando nos 12,62 euros.

A maior queda do dia, contudo, pertenceu à Greenvolt, com uma descida de 2,69%, até aos 7,96 euros. Ainda na energia, a REN perdeu 1,72%, para os 2,57 euros, enquanto a EDP desliza 0,1%, tendo fechado nos 4,788 euros. Já a EDP Renováveis avançou 0,59%, para os 20,39 euros.

O braço verde da elétrica portuguesa, juntamente com a Jerónimo Martins, limitaram as perdas do índice. A dona do Pingo Doce fechou nos 20,06 euros, a valorizar 0,60%. 

Mas a estrela do dia foi a Mota-Engil, que escalou 7,09% para os 1,51 euros, o valor mais elevado desde 7 de janeiro de 2021. A construtora beneficia da apreciação bastante positiva por parte dos analistas do CaixaBank/BPI.
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