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Palavras de Yellen, dados económicos e resultados condicionam Wall Street

As bolsas norte-americanas estão a negociar em alta ligeira, com os investidores a avaliarem as palavras da presidente da Fed sobre a direcção dos juros e os últimos dados económicos. O Facebook destaca-se pela positiva.

Em sétimo lugar surge Jannet Yellen, presidente da Reserva Federal norte-americana, que fez história em 2014 ao tornar-se a primeira mulher a ocupar o cargo, escreve a Forbes.
Bloomberg
Negócios 05 de Novembro de 2015 às 14:42
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Os índices norte-americanos estão a oscilar entre ganhos e perdas ligeiras na abertura da sessão, com as declarações da presidente da Fed e os dados económicos a deixarem Wall Street sem direcção definida.

O Dow Jones está agora a subir 0,11% para 17.787,4 pontos e o Nasdaq valoriza 0,05% para 5.145 pontos.

Na sessão de quarta-feira as bolsas norte-americanas foram penalizadas pelas declarações de Janet Yellen, já que a presidente da Reserva Federal reforçou a expectativa de uma subida de juros nos Estados Unidos em Dezembro.

Também o presidente da Reserva Federal de Nova Iorque, William Dudley, admitiu na quarta-feira, 4 de Novembro, que a política monetária pode ser ajustada no próximo mês. E o vice-presidente da autoridade monetária, Stanley Fischer, deu indicações no mesmo sentido.

 

Os comentários de Yellen, Dudley e Fischer, que são considerados os três mais influentes membros do banco central norte-americano, reforçaram a ideia de que os juros poderão subir ainda este ano. Segundo a Bloomberg, os investidores aumentaram para quase 60% a probabilidade de uma alteração em Dezembro, face aos 33% há um mês. 

Esta expectativa foi a principal razão para Wall Street ter fechado em terreno negativo na sessão de quarta-feira, sendo que os dados económicos que vão ser revelados nos próximos dias serão determinantes para avaliar a decisão da Fed.

Um relatório divulgado esta quinta-feira pelo Departamento do Trabalho dá conta que os novos pedidos de subsídio de desemprego aumentou mais do que os economistas estavam à espera, atingindo um máximo de cinco semanas.

A contribuir para a tendência de ganhos ligeiros em Wall Street está a reunião do Banco de Inglaterra, já que Mark Carney sugeriu que o banco central não deverá subir os juros em breve devido à instabilidade na economia mundial.

Entre as cotadas destaca-se o Facebook, com uma valorização de 5,91% para um máximo histórico, depois da rede social ter anunciado resultados que agradaram aos investidores.

Entre as cotadas do S&P500, mas de 20 também apresentam contas esta quinta-feira. Entre elas a Disney e a Kraft Foods, sendo que seguem ambas em alta ligeira.

  

(Notícia actualizada às 14h55)

 

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