Bolsa PSI-20 recupera de mínimos com BCP a subir quase 2,5%

PSI-20 recupera de mínimos com BCP a subir quase 2,5%

A bolsa nacional acompanhou a recuperação das congéneres europeias, com o BCP a subir quase 2,5% e a Galp Energia a valorizar mais de 1,5%.
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Rita Faria 14 de maio de 2019 às 16:49

A bolsa nacional encerrou a sessão desta terça-feira, 14 de maio, em terreno positivo, depois de ter atingido ontem o valor mais baixo dos últimos três meses. Acompanhando a recuperação dos principais índices europeus, o PSI-20 valorizou 0,76% para 5.109,10 pontos, com 12 cotadas em alta, quatro em queda e duas inalteradas.

Os mercados acionistas, na Europa e nos Estados Unidos, foram fortemente penalizados na sessão de ontem, devido aos receios em torno da escalada da guerra comercial, depois de as negociações entre Washington e Pequim terem chegado a um impasse e a China ter anunciado planos para responder na mesma moeda ao aumento das tarifas norte-americanas.

No entanto, as autoridades chinesas já garantiram que as negociações serão retomadas, ao passo que Trump se mostrou confiante na possibilidade de um entendimento dentro de três ou quatro semanas.

Essas garantias devolveram algum ânimo aos investidores, que se traduziu numa recuperação generalizada dos mercados acionistas. Na Europa, os principais índices registam ganhos entre 0,7% e1,5%, enquanto o índice de referência para o Velho Continente, o Stoxx600, valoriza 0,86% para 375,77 pontos.

Por cá, o BCP foi uma das cotadas que mais contribuiu para a subida do PSI-20, com um avanço de 2,32% para 25,15 cêntimos.

Além do BCP, fora, determinantes para a evolução do PSI-20 outros pesos pesados da bolsa nacional, como a Sonae, que valorizou 1,84% para 94,15 cêntimos, e a Galp Energia, que subiu 1,60% para 13,93 euros, acompanhando os ganhos do petróleo nos mercados internacionais.

Com uma forte subida encerrou também a Mota-Engil, a avançar 3,23% para 2,110 euros.

Em sentido contrário, os CTT perderam 1,23% para 2,248 euros, depois de terem chegado a negociar num novo mínimo histórico de 2,212 euros. Uma evolução que se segue à confirmação, na segunda-feira, que João Bento será o próximo presidente executivo da empresa. Em comunicado enviado à CMVM, os Correios detalharam que o gestor vai deixar de exercer qualquer função no Grupo Manuel Champalimaud a partir de 22 de maio, data a partir da qual vai passar a ocupar a cadeira de Francisco Lacerda que renunciou ao cargo no passado dia 10 de maio.




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