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Wall Street fecha no vermelho após alertas de bancos

O "benchmark" S&P 500 fechou o quarto dia consecutivo de perdas, numa altura em que aumentam as preocupações quanto ao futuro.

Vários bancos estão a antecipar-se ao agravamento nos custos de financiamento em mercado. Citigroup e JPMorgan deverão estar entre os emitentes mais ativos nos EUA.
Shannon Stapleton/Reuters
Sílvia Abreu silviaabreu@negocios.pt 06 de Dezembro de 2022 às 21:33
As bolsas norte-americanas fecharam em terreno negativo, pressionadas pelas previsões sombrias de vários responsáveis pelos bancos do outro lado do Atlântico. Avisos estes que surgem numa altura em que crescem as preocupações quanto ao impacto que as sucessivas subidas das taxas de juro por parte da Reserva Federal norte-americana terão no crescimento e nos resultados das empresas.

O S&P 500, índice de referência, desceu 1,44% para os 3.941,26 pontos, fechando o quarto dia consecutivo de perdas. Já o tecnológico Nasdaq Composite recuou 2% para 11.014,89 pontos e o industrial Dow Jones cedeu 1,03% para 33.596,34 pontos. 

Gigantes tecnológicas como a Apple, que, segundo a Bloomberg adiou o lançamento do carro autónomo para 2026, e a Microsoft pesaram substancialmente no desempenho das bolsas. No caso da empresa da "maçã", liderada por Tim Cook, as ações desvalorizaram mais de 3% após a divulgação da notícia.

David Solomon, CEO do Goldman Sachs, alertou esta terça-feira quanto à redução de postos de trabalho, referindo que se avizinham "períodos conturbados".

Já Brian Moynihan, diretor-executivo do Bank of America, disse que a entidade está a reduzir a contratação, enquanto o Jamie Dimon, CEO do JP Morgan Chase, admitiu que o próximo ano poderá ser marcado por uma "recessão moderada a dura".
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