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Analistas sobem preço-alvo da EDP Renováveis para um máximo de 13,5 euros

Três notas de analistas de bancos de investimento diferentes aumentaram o preço-alvo da empresa liderada por João Manso Neto, mas só um deles alterou a recomendação. Tem agora um potencial de subida máximo de 9%.

Gonçalo Almeida goncaloalmeida@negocios.pt 12 de Fevereiro de 2020 às 11:24
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Três analistas diferentes subiram o preço-alvo para a EDP Renováveis, para um intervalo entre os 12,80 euros e os 13,50 euros por ação esta quarta-feira, 12 de fevereiro. No pior dos cenários a cotada fica com um potencial de subida de 3,39% e no melhor poderá subir até 9%. 

Segundo uma nota de research divulgada pela Bloomberg, o único banco de investimento que alterou a recomendação da empresa liderada por João Manso Neto foi o Exane BNP Paribas, tendo cortado de "outperform" para "neutral". No entanto, subiu o preço-alvo para 12,80 euros por ação, que compara com o valor fixado anteriormente de 11,60 euros. 

Para além do banco francês, também o Kepler Cheuvreux e o RBC Capital Markets fizeram alterações na cobertura da EDP Renováveis. No primeiro caso, a recomendação ficou inalterada em "buy" pelo analista José Porta e o preço-alvo subiu de 10,30 euros para 13,50 euros. No segundo, o analista Fernando Garcia não fez alterações à recomendação da cotada ("permanece em 'outperform') e subiu o preço-alvo de 12,24 euros para 13,50 euros.

No total existem 18 analistas a cobrir a empresa portuguesa, com um preço-alvo médio de 11,87 euros por ação. 

A subsidiária da EDP tem conhecido valorizações sucessivas nas últimas semanas, permitindo-lhe renovar máximos históricos na sessão de ontem, ao tocar nos 12,38 euros por ação. Hoje, apesar das subidas de preço-alvo escorrega 0,14%. Até ao momento foram negociadas 112.210 ações, que compara com o volume de liquidez diário dos últimos seis meses de 188.587 ações. 

A empresa vai apresentar resultados referentes a 2019 no próximo dia 20 de fevereiro e espera-se que apresente uma subida homóloga de 38,5% no lucro líquido anual para os 434,1 milhões de euros, segundo o consenso dos analistas. Em termos de rentabilidade (EBITDA) antevê-se um aumento homólogo de 15,6% para os 1.512,9 milhões de euros.
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