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Regulador chinês quer que “brokers” aumentem o escrutínio para garantir a estabilidade do mercado

O regulador do mercado de capitais na China quer que os “brokers” aumentem os escrutínio e a supervisão para garantir a conformidade das transações e a estabilidade daquele que é o segundo maior mercado global.

12– China (58,4)
Negócios jng@negocios.pt 30 de Agosto de 2021 às 08:22
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O regulador do mercado de capitais chinês estará a pedir aos "brokers" do país para aumentar o escrutínio aos negócios de onde retiraram uma margem, indica a agência Bloomberg, citando uma fonte com conhecimento do tema. Ao pedir este aumento da supervisão, o regulador terá como objetivo o reforço da conformidade das transações e, em última instância, a estabilidade daquele que é o segundo maior mercado de capitais do mundo.

O regulador chinês terá dado algumas indicações sobre este tema na semana passada a alguns "brokers", escreve a Bloomberg, a quem terá sido pedido para retificarem algumas questões, nomeadamente o uso de empréstimos para compra de ações que não estão autorizados para esses serviços ou a transferência de dinheiro de contas com margem de financiamento para investimentos de outros propósitos.

Embora a "margin debt" na China seja atualmente mais baixa do que em 2015, alguns investidores estarão a conseguir contornar algumas regras, situação que não agrada ao regulador. Segundo a Bloomberg, a "margin debt" nos índices de Xangai e de Shenzhen já ascende a 1,7 biliões de yuan, o equivalente a 262 mil milhões de dólares, uma subida de 15% deste o início deste ano.

Os reguladores da China já deixaram promessas este ano sobre uma política de "tolerância zero" para com a manipulação de mercados e "insider trading".
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