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Europa tem pior semana desde março com queda do setor das matérias-primas. Juros aliviam

Acompanhe aqui minuto a minuto o desempenho dos mercados durante esta sexta-feira.

bolsas operadores baixa queda
bolsas operadores baixa queda Amanda Perobelli/Reuters
17 de Junho de 2022 às 17:48
Europa aponta para verde depois de tombo da última sessão

A Europa aponta para um arranque de sessão no verde, depois de a última sessão ter sido marcada por um "sell-off" generalizado devido ao medo de um abrandamento económico provocado pelas políticas monetárias "falcão" dos bancos centrais.

 

Os futuros sobre o EuroStoxx 50 sobem 0,7%. Esta quinta-feira, o "benchmark" europeu Stoxx 600 terminou a sessão em mínimos de 16 meses.

 

Na Ásia a negociação decorreu de forma mista. Pelo Japão o Nikkei cedeu 1,77% enquanto o Topix recuou 1,6%. Na Coreia do Sul o Kospi caiu 0,5%. Já pela China, Xangai subiu 0,9% enquanto o Hang Seng somou 1,2%.

 

No mercado obrigacionista é de destacar o alívio dos juros da dívida japonesa a dez anos, que recuaram para 0,250% depois de escalarem para 0,265%, renovando máximos de 2016, numa altura em que persistem as dúvidas sobre a postura do banco central nipónico face à conjuntura atual.

Petróleo a caminho da primeira queda semanal não tira confiança aos especialistas sobre o futuro
Petróleo a caminho da primeira queda semanal não tira confiança aos especialistas sobre o futuro

O petróleo está a caminho de registar a primeira queda semanal desde abril, depois de um período de negociação instável, com os investidores a avaliarem o impacto das políticas monetárias restritivas na economia.

 

O West Texas Intermediate, negociado em  Nova Iorque, cede 0,37% para 117,15 dólares por barril. Já o Brent do Mar do Norte – referência para as importações europeias – desvaloriza 0,34% para 119,40 dólares por barril.

 

"O petróleo foi apanhado pelo movimento de "sell-off" provocado pelo medo da inflação", defende Daniel Hynes, citado pela Bloomberg. Ainda assim, para o estratega especializado em "commodities" do Australia and New Zealand Banking Group, "o aperto verificado na oferta irá manter estas quedas como relativamente superficiais".

 

Desde o início do ano, o barril de petróleo valorizou mais de 50% no mercado internacional.

Para os especialistas, como o vice-presidente da S&P Global Daniel Yering, citado pela Bloomberg, este crescimento pode continuar, resistindo assim a um possível fenómeno de abrandamento económico. Para Yering, o aperto vivido na oferta – que não se verificou em outros períodos de recessão no passado – é um sinal de que o ouro negro pode resistir aos tempos negros que estão por vir.

"Falcões" voam sobre o ouro. Rei dos metais prestes a fechar semana em terreno negativo
'Falcões' voam sobre o ouro. Rei dos metais prestes a fechar semana em terreno negativo

O ouro está prestes a fechar a semana em terreno negativo, penalizado pela política monetária falcão seguida pelos bancos centrais. O metal amarelo perde 0,61% para 1.845,95 dólares por onça. Prata e platina seguem esta tendência negativa, enquanto o paládio negoceia no verde.

 

Esta semana, o Banco de Inglaterra e a Reserva Federal norte-americana voltaram a subir as taxas de juro diretoras, enquanto o Banco da Suíça decidiu também aumentas as taxas de juro pela primeira vez desde 2015. Já o Banco Central do Japão decidiu resistir a esta onda de aperto monetário e não subir as taxas de juro.

 

"Os juros das dívidas podem continuar a limitar o interesse pelos metais preciosos, à medida que os bancos centrais em todo o mundo adotam políticas monetárias restritivas", comentou Avtar Sandu, gestor sénior de commodities na Philip Nova Pte em Singapura. "Os touros do ouro parecem ter perdido as aliados dos bancos centrais ‘dovish’", acrescentou o especialista.

Euro em queda. Iene não resiste às decisões do Banco do Japão e também cai
Euro em queda. Iene não resiste às decisões do Banco do Japão e também cai

O euro regista uma queda de 0,29% para 1,0518 dólares, um dia depois de serem avançados detalhes sobre a nova ferramenta do Banco Central Europeu (BCE) para combater a instabilidade nos mercados da Europa.

 

As notícias avançadas pela Bloomberg e, posteriormente, pela Reuters dão conta de que a nova ferramenta "anti-fragmentação" do BCE vai ser acionada quando o "spread" entre os juros das dívidas soberanas dos países periféricos face ao "benchmark" alemão superar um determinado limite. As informações terão sido apuradas junto de fontes com conhecimento das discussões entre Christine Lagarde e os ministros das Finanças da Zona Euro.

 

Esta semana, depois da reunião de emergência, a autoridade monetária já tinha dado conta em comunicado que iria flexibilizar as compras líquidas e acelerar o desenho do novo instrumento "anti-crise", de forma a controlar a escalada das yields.

 

Já o índice do dólar da Bloomberg – que mede a força do "green cash" em comparação com 10 divisas rivais – sobe 0,65% para 104,302 pontos, continuando assim a reagir em alta à decisão tomada pela Reserva Federal norte-americana (Fed) esta quarta-feira.

 

A Fed aumentou a taxa dos fundos federais em 75 pontos base, passando assim para um intervalo entre 1,5% e 1,75%.

 

O banco central dos EUA iniciou um ciclo de subida dos juros diretores em março passado, com um aumento de 25 pontos base. Na reunião seguinte, a de maio, procedeu a um incremento maior: 50 pontos base. Nessa altura, afastava a possibilidade de optar por uma subida de 75 pontos e o consenso apontava para que procedesse a mais dois aumentos, de 50 pontos base cada, nas reuniões de junho e julho.

 

Pelo Japão, o par iene dólar cai 1,21% para 0,0075 dólares, depois de esta sexta-feira (durante a madrugada lisboeta) o Banco do Japão ter anunciado que irá manter as taxas de juro em mínimos, confirmando que não irá juntar-se a outros grandes bancos centrais na restrição da política monetária.

 

O banco central japonês manteve assim as taxas de juro de curto prazo nos -0,1% e o alvo da yield da obrigação soberana a 10 anos perto de zero.

Novos detalhes sobre ferramenta "anti-crise" do BCE aliviam juros na Zona Euro
Novos detalhes sobre ferramenta 'anti-crise' do BCE aliviam juros na Zona Euro

Os juros estão a aliviar na Zona Euro, depois de esta quinta-feira ter sido avançado que a nova ferramenta do Banco Central Europeu (BCE) para combater a fragmentação entre os países da região vai ser acionada quando o "spread" entre os juros das dívidas soberanas dos países periféricos face ao "benchmark" alemão superar um determinado limite.

 

A yield sobre a dívida alemã a dez anos – "benchmark" para o mercado europeu – alivia 1,6 pontos base para 1,689%.

 

Por sua vez, os juros sobre as obrigações italianas a dez anos subtraem 5,5 pontos base para 3,769%. O spread dos juros da dívida de Itália a dez anos e o "benchmark" está neste momento em 198 pontos, depois de no início desta semana ter renovado máximos de maio de 2020.

A nova ferramenta anti-crise do Banco Central Europeu (BCE) será ativada se a diferença (spread) entre as taxas de juro das dívidas soberanas dos diversos países do bloco excederem determinados limites, indicou a presidente da autoridade monetária, Christine Lagarde, aos ministros das Finanças durante uma reunião esta quinta-feira no Luxemburgo, avançou a Bloomberg.

 

Até agora, vários economistas e analistas indicam que o BCE tinha determinado que o "spread" entre a dívida a 10 anos de Itália e da Alemanha não poderia exceder os 250 pontos base. A partir desse ponto, referem, o BCE interviria no mercado. E a reunião de emergência de quarta-feira do Conselho dos Governadores do BCE ocorreu exatamente quando o "spread" entre os juros de Itália e Alemanha estava muito próximo dos 250 pontos.

 

Por sua vez, na Península Ibérica, a yield da dívida portuguesa a dez anos perde 5,3 pontos base para 2,763%. O "spread" entre os juros da dívida nacional e a yield das bunds alemãs a dez anos encolheu 3,7 pontos base para 106,06 pontos. Já a yield da dívida espanhola a dez anos reduz também 5,3 pontos base, mas para 2,824%.

Bank of America sobe recomendação para ações europeias. Principais praças no verde
Bank of America sobe recomendação para ações europeias. Principais praças no verde

A Europa arrancou a sessão no verde, aliviando as perdas desta semana num dia marcado pela "ressaca" do sentimento negativo desta quinta-feira.

Os investidores estão ainda a ser motivados pela reavaliação das ações europeias pelo Bank of America. Os analistas subiram a recomendação dos títulos do bloco para "neutral".

 

O índice de referência europeu por excelência, Stoxx 600, soma 0,70% para 405,69 pontos depois de esta quinta-feira ter renovado mínimos de 16 meses. Dos 20 setores que compõe o índice, banca, consumo e setor automóvel lideram os ganhos.

 

Nas principais praças europeias, Madrid ganha 0,32%, Frankfurt acumula 0,57% e Paris sobe 0,58%. Por sua vez, Londres valoriza 0,43% e Amesterdão ganha 0,34. Milão comanda os ganhos entre as principais praças, a crescer mais de 1%, mais concretamente 1,05%. Por cá, Lisboa regista o ganho mais tímido do bloco a valorizar 0,32%.

 

O "benchmark" tem sido pressionado este ano não só pela guerra na Ucrânia como pelo advento de um movimento de aperto monetário em cerca de 60 bancos centrais em todo o mundo, um movimento cuja dimensão não era tão grande desde 2000.

 

Ainda assim para os estrategas do Bank of America acreditam que há esperança. Numa nota de "research" citada pela Bloomberg, os especialistas liderados por Sevastian Raedler apontam para que a maior parte das "más notícias" sobre a economia do bloco já tenha sido incorporada no preço das ações, numa altura em que o índice de referência está a um passo do "bear market", estando a negociar 19% abaixo do pico alcançado em janeiro.

Mercado europeu de gás a caminho da melhor semana desde o início da guerra na Ucrânia
Mercado europeu de gás a caminho da melhor semana desde o início da guerra na Ucrânia

O mercado do gás europeu está prestes a alcançar o maior ganho semanal desde o início da guerra, tendo valorizado de mais de 60% nos últimos sete dias.

Esta sexta-feira, os preços do gás natural na Europa no índice holandês TTF, que é o "benchmark" para os mercados europeus, crescem 9,46%, até aos 131,3 euros por megawatt-hora (MWh).

 

Segundo a Bloomberg, os fluxos de gás do maior gasoduto que transporta esta matéria-prima entre a Rússia e a União Europeia coaram cerca de 60%. 

A agravar esta crise, a Eni revelou que Itália vai receber esta sexta-feira apenas metade do gás solicitado à gigante russa Gazprom

 

Para os analistas a queda do armazenamento de gás na Europa pode ser um sinal de alarme para o bloco. "O armazenamento [de gás] estava a encher a um bom ritmo, no entanto este ritmo caiu abruptamente esta semana", comentou Warren Patterson, responsável pelo departamento de estratégia para o mercado das matérias-primas do ING Bank.

Wall Street sobe mas está a caminho de pior semana desde a pandemia
Wall Street sobe mas está a caminho de pior semana desde a pandemia

As principais bolsas norte-americanas iniciaram esta sexta-feira as negociações em terreno positivo, mas estão a caminho da maior queda semanal desde  março de 2020.

Em dia de bruxaria tripla - que assinala o vencimento em simultâneo de três contratos nos Estados Unidos - é esperada uma alta volatilidade nos principais índices de Nova Iorque, particularmente nas últimas horas de negociação, quando é costume ser transacionado um grande número de títulos.

O presidente da Reserva Federal norte-americana (Fed) reiterou esta sexta-feira a determinação da autoridade monetária em reduzir a inflação para os 2% e voltou a dizer que é possível haver outro aumento dos juros diretores em 50 ou 75 pontos base na reunião de julho.

O Dow Jones avança 0,64%, para os 30.094,96 pontos, enquanto o índice alargado S&P 500 ganha 0,87%, para os 3.698,91 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite sobe 1,48%, até aos 10.804,85 pontos.

"As medidas mais agressivas por parte dos bancos centrais fazem soprar ventos contrários tanto para o crescimento económico como para as ações", disse Mark Haefele, analista da UBS, à Reuters.

"Os riscos de uma recessão estão aumentar, à medida que uma aterragem suave para a economia norte-americana parece cada vez mais desafiante", acrescentou.

Petróleo cai com receios de recessão
Petróleo cai com receios de recessão

Os preços do "ouro negro" seguem em queda, a caminho da primeira queda semanal desde abril, numa altura em que a elevada inflação e o aumento dos juros diretores por parte dos bancos centrais alimenta os receios de uma rápida desaceleração económica que poderá levar mesmo a uma recessão.

 

Em Londres, o contrato de agosto do Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, segue a cair 3,65% para 115,44 dólares por barril.

 

Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, cede 4,58% para 112,20 dólares por barril.

Ouro recua e caminha para pior semana num mês
Ouro recua e caminha para pior semana num mês

Os preços do ouro recuam esta sexta-feira e o metal amarelo prepara-se mesmo para a maior queda semanal do último mês.

Hoje, os ganhos do dólar e a subida dos juros das "treasuries" desviam os investidores do ouro como ativo refúgio.

A semana foi extremamente volátil para o metal amarelo, tendo começado com os preços a rondarem máximos de um mês antes de, na terça-feira, afundarem para mínimos de quatro semanas. 

O preço da onça de ouro recua 0,91%, para os 1.840,52 dólares.

Nos outros metais preciosos a tendência é igualmente de queda, com a prata a cair 1,44%, a platina a perder 2,07% e o paládio a afundar 3,6%.

Juros aliviam com declarações de Lagarde

Os juros das obrigações soberanas dos membros da Zona Euro estão hoje a descer, com o prémio da "yield" da dívida italiana a 10 anos face à alemã a registar a maior queda esta semana desde o início da pandemia.

 

Isto depois de a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, se ter comprometido a que os custos de financiamento das nações mais vuleneráveis não possam subir demasiado nem muito depressa.

 

A presidente do BCE revelou ontem que o banco central vai definir um "spread" limite nas "yields" e que, para isso, ativará uma nova ferramenta. Até agora, vários economistas e analistas indicavam que o BCE tinha determinado que o "spread" entre a dívida a 10 anos de Itália e da Alemanha não poderia exceder os 250 pontos base. A partir desse ponto, segundo referiam, o BCE interviria no mercado.

 

Este novo instrumento, ao que Lagarde apontou, poderá ser acionado se os "spreads" das "yields" da dívida soberana dos vários países superarem determinados limites ou se os movimentos do mercado excederem uma certa velocidade. Lagarde não especificou, contudo, se esses limites seriam tornados públicos.

 

No início desta semana, o prémio da dívida de Itália a 10 anos face às Bunds alemãs na mesma maturidade chegou aos 250 pontos. Hoje, caiu para mínimos de um mês, ao ceder 11 pontos base para 192 pontos.

 

As obrigações soberanas dos países do euro estão hoje a ser mais procuradas, o que está a fazer descer os juros. Ainda assim, as "yields" da dívida a 10 anos vão terminar a semana com saldo altista, sendo a quarta semana consecutiva de subida – a mais longa série de ganhos desde outubro de 2021.

 

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos seguem a ceder 13,4 pontos base para 2,682%, tendo o spread face às Bunds no mesmo vencimento encolhido para mínimos de 25 de abril.

 

Em Espanha, na mesma maturidade, os juros das obrigaçõesrecuam 14,2 pontos base, fixando-se nos 2,734%.

 

Já as "yields" das Bunds alemãs a 10 anos, referência para a Europa, perdem 5,2 pontos base para 1,654%.

Europa tem pior semana desde março com queda do setor das matérias-primas
Europa tem pior semana desde março com queda do setor das matérias-primas

As bolsas europeias encerraram em terreno misto, mas a registarem a maior queda semanal desde março, com os títulos da energia e do setor mineiro a liderarem as perdas. Isto numa altura em que os investidores avaliam os riscos que o endurecimento das políticas monetárias dos brancos centrais trazem para o crescimento económico.

 

Os investidores receiam que a política monetária mais agressiva por parte dos bancos centrais – à conta da elevada inflação – aumente os riscos de uma recessão.

 

O Stoxx 600, que é o índice de referência do Velho Continente, fechou com um ganho muito marginal, s subir 0,16% para 403,37 pontos, depois de ontem ter caído para o nível mais baixo desde fevereiro de 2021.

 

No cômputo da semana, o Stoxx 600 perdeu 4,6%, tendo assim o pior desempenho desde inícios de março.

 

A pressionar estoveram especialmente as cotadas da energia e mineiras, à boleia da queda dos preços do petróleo e dos metais – já que estas commodities poderão sofrer uma baixa da procura em caso de recessão.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax avançou 0,67% e o espanhol IBEX 35 somou 0,74%, ao passo que o francês CAC-40 (que ontem entrou em bear market) desvalorizou 0,06%.

 

Já o italiano FTSE MIB ganhou 0,29% e o britânico FTSE cedeu 0,41%. Em Amesterdão, o AEX registou também um decréscimo de 0,41%.

Dólar ganha. Iene segue em queda
Dólar ganha. Iene segue em queda

O dólar está a ganhar terreno face à divisa europeia, uma dia depois de terem sido avançados detalhes sobre o novo mecanismo do Banco Central Europeu com vista ao combate à instabilidade nos mercados

A "nota verde" segue a valorizar 0,76% para 0,9554 euros, numa altura em que o iene é a moeda que regista as maiores quedas entre as principais divisas do mercado cambial.

A moeda japonesa está a desvalorizar depois de o Banco do Japão ter anunciado que não ia seguir a onda de subidas de taxa de juro por parte de vários bancos centrais, mas antes permanecer com as taxas de juro em valores mínimos.

O iene cai 1,96% face ao dólar e 1,29% relativamente ao euro.

Já a libra esterlina perde terreno face ao dólar (1,33%) e euro (0,57%), com os investidores focados no "gap" entre a moeda britânica e norte-americana, numa altura em que a Fed tem optado por uma política monetária mais agressiva.

Já o índice do dólar da Bloomberg – que mede a força do "green cash" em comparação com 10 divisas rivais – sobe 1,19% para 104,8620 pontos.

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