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Ao minuto30.09.2021

Novo apetite por ativos de risco anima Europa. Euro cai para mínimos de 11 meses face ao dólar

Acompanhe aqui o dia nos mercados.

Bloomberg
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29.09.2021

Juros aliviam na Europa com discurso acomodatício de Lagarde, mas em Portugal estabilizam

As yields das dívidas soberanas da Zona Euro aliviam esta quarta-feira, beneficiando do discurso de Christine Lagarde, reiterando que a política acomodatícia do BCE será para manter.

Os juros da dívida portuguesa a 10 anos seguem inalterados nos 0,338%. Já na vizinha Espanha as yields aliviam 0,4 pontos base, para 0,436%.

As "bunds" alemãs, referência para o mercado europeu, recuam 1,3 pontos, para -0,214%.

Os maiores alívios registam-se em Itália e Grécia, com descidas de 3,1 e 3,6 pontos base, para os 0,822% e 0,799%, respetivamente.

29.09.2021

Europa recupera com apetite dos investidores

As bolsas europeias fecharam em alta, a recuperarem dos mínimos de dois meses atingidos ontem, com os investidores a regressarem aos ativos de risco depois de o movimento de subida dos juros da dívida começar a atenuar.

 

O Stoxx 600 fechou a somar 0,67%, para 455,36 pontos, depois de ter chegado a valorizar 1,1% umas horas antes.

 

O setor com melhor desempenho foi o automóvel (+1,6%), ajudado pela subida de 3,2% da Vokswagen após a empresa ter resolvido uma disputa com a Jaguar Land Rover Automotive relativamente à patente de uma funcionalidade nos utilitários desportivos de luxo.

 

Também as cotadas do setor da saúde tiveram uma boa performance, com um ganho agregado de 1,3%, depois de vários dias em queda.

 

Do lado das perdas, destaque uma vez mais para as tecnologias, que recuaram pela quarta sessão consecutiva, desta vez a cederem 0,7%. A holandesa ASML, importante fornecedora de sistemas de litografia para a indústria de semicondutores, pesou no setor, ao cair 2,6% após ter divulgado previsões que dececionaram o mercado – atendendo a que, apesar de apontarem para uma década de crescimento, ficaram abaixo do esperado.

 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o espanhol IBEX 35 pulou 1,3%, o alemão Dax somou 0,8%, o francês CAC-40 valorizou também 0,8%, o britânico FTSE ganhou 1,1% e o italiano FTSEMIB avançou 0,6%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 0,3%.

 

"As ações europeias foram negociadas em alta esta quarta-feira, atenuando algumas perdas de ontem, apesar de a maioria das ações asiáticas ter fechado em território vermelho. As yields dos títulos do Tesouro dos EUA estabilizaram e o apetite por ativos pelo risco aumentou da noite para o dia, sinalizando o fim da ‘negociação a medo’, pelo menos por enquanto", destaca Pierre Veyret, analista técnico da ActivTrades, na sua análise diária.


"Os investidores estão ainda a processar os últimos desenvolvimentos quanto ao teto da dívida dos EUA e à inflação, a par dos dados económicos fracos e do aumento dos preços da energia, o que manterá a volatilidade do mercado alta esta semana", aponta o analista.

29.09.2021

Euro cai face ao dólar para mínimos de 11 meses

O euro está a perder terreno face ao dólar norte-americano, na sessão desta quarta-feira. A moeda única europeia está a cair 0,61% para 1,1612 dólares, sendo este o valor mais baixo desde novembro de 2020. 

Já o índice do dólar face a um capaz composto por seis moedas rivais está a registar máximos dos últimos 10 meses. Neste momento, sobe 0,52%, para 94,26 pontos. 

A puxar pelos ganhos da nota verde estão as declarações da secretária do Tesouro, Janet Yellen, e do presidente da Reserva Federal (Fed), Jerome Powell, de que a inflação nos Estados Unidos deverá durar "mais do que esperado", o que pode ser um sinal de que a retirada dos estímulos à economia poderá dar-se em breve.

29.09.2021

Valorização do dólar pressiona ouro

O metal amarelo continua a negociar em mínimos de sete semanas, com a valorização da nota verde a penalizar.

 

O ouro a pronto (spot) segue a ceder 0,26% para 1.729,21 dólares por onça no mercado londrino.

 

No mercado nova-iorquino (Comex), os futuros do ouro recuam 0,37%, para 1.729,50 dólares por onça.

 

O metal precioso está a ser pressionado pela robustez do dólar, já que isso o torna menos atrativo para quem negoceia com outras moedas.

 

"A valorização do dólar está a limitar o potencial de subida do ouro", comentou à Reuters um analista da Kitco Metals, Jim Wyckoff.

29.09.2021

Petróleo cede nos ganhos com aumento de stocks nos EUA

Os preços do "ouro negro" regressaram aos ganhos, mas a subida está a perder algum ímpeto depois da divulgação dos inventários norte-americanos de crude, que aumentaram inesperadamente.

 

O West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, para entrega em novembro soma 0,43% para 75,61 dólares por barril.

 

Já o contrato de novembro do Brent do Mar do Norte, negociado em Londres e referência para as importações europeias, avança 0,16% para 79,22 dólares, mantendo-se em máximos de outubro de 2018.

 

As reservas norte-americanas de crude aumentaram em 4,57 milhões de barris na semana passada, quando o consenso de mercado apontava para uma nova queda – que seria a sétima consecutiva –, na ordem dos 1,65 milhões de barris.

 

Este dado fez com que os preços abrissem mão de parte dos ganhos da sessão. Também as notícias vindas da China estão a penalizar.

 

O mercado imobiliário chinês está mais débil e o país tem sofrido crescentes apagões devido à escassez de eletricidade, o que mexe com o sentimento dos investidores, uma vez que qualquer problema na segunda maior economia do mundo (e a maior importadora de petróleo) poderá repercutir-se na procura por crude.

29.09.2021

Wall Street recupera depois de previsões de Powell e Yellen sobre inflação

Os três principais índices norte-americanos abriram esta quarta-feira em terreno positivo, recuperando das perdas da última sessão.

O Dow Jones ganhou 0,39% para 34.433,18 pontos e o S&P 500 valorizou 0,26% para 4.364,35 pontos. Depois de ter registado a maior queda desde março, também o tecnológico Nasdaq somou 0,45% para 14.611,29 pontos.

A recuperação acontece um dia depois de a secretária do Tesouro, Janet Yellen, e o presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Jerome Powell, terem reconhecido que a inflação nos EUA vai durar "mais do que esperado". Yellen prevê que a inflação fique "mais próxima de 4%" este ano e "claramente acima de 2%", que é a meta anual da Fed.

Han Tan, analista-chefe de mercado do Exinity Group, defende que os investidores estão "à procura de um sinal claro no meio da cacofonia decorrente de uma infinidade de medos". 

A marcar o dia está também o segundo e último dia do Fórum de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), onde são esperadas declarações de Christine Lagarde, a presidente da autoridade monetária, e de outros líderes de bancos centrais, como Andrew Bailey (governador do Banco de Inglaterra), Haruhiko Kuroda (governador do Banco do Japão) e Jerome Powell (presidente da Fed).


No primeiro dia do evento, também Christine Lagarde reafirmou que a subida que se verifica na inflação é "temporária" e defendeu, por isso, que a política monetária precisa de continuar "acomodatícia".

29.09.2021

Stoxx 600 valoriza mais de 1%. Só setor da energia foge às subidas

As praças europeias estão a recuperar na sessão desta quarta-feira, com os principais índices europeus a valorizar. 

O Stoxx 600, o índice que agrupa as 600 maiores cotadas do continente, está a valorizar 1,03% para 456,99 pontos. Nesta altura, todos os setores estão "no verde", com exceção do setor da energia, que cede 0,44%.

O setor da tecnologia é aquele que regista a maior subida (1,47%), seguido pelo setor da indústria (1,33%). 

O PSI-20 está a valorizar 0,39%, o espanhol IBEX 35 0,71%, o alemão DAX ganha 0,91%, o francês CAC 40 0,77% e o índice inglês 0,84%.

29.09.2021

Juros aliviam na Zona Euro depois de sessões a subir

Os juros da dívida estão a aliviar na Zona Euro depois da subidas registadas esta semana. 

As "bunds" alemãs, a referência na Zona Euro, estão a recuar 0,5 pontos base para -0,207%. 

Os juros da dívida de Itália com maturidade a dez anos estão também a recuar, neste caso 1,9 pontos base para 0,834%. 

Na Península Ibérica, a "yield" de Portugal recua 1,1 pontos base para 0,327%. Em Espanha, os juros da dívida a dez anos estão também a descer, neste caso 0,8 pontos base para 0,432%,

29.09.2021

Petróleo tomba após notícias sobre subida dos stocks nos EUA

O petróleo está a desvalorizar esta quarta-feira, depois de ontem o Brent ter chegado a negociar acima dos 80 dólares por barril. 

Nesta altura, o West Texas Intermediate (WTI) está a ceder 1,95%, com o barril a negociar nos 73,82 dólares. Já o Brent do Mar do Norte, que serve de referência ao mercado português, está a cair 1,85%, nos 77,63 dólares. 

Depois do disparo dos preços na sessão de terça-feira, as notícias que apontam para um aumento dos stocks nos Estados Unidos estão a pesar nos preços do "ouro negro". 

Howie Lee, economista da Oversea-Chinese Banking em Singapura, indica à Bloomberg que, apesar da pausa no "rally", os "preços do petróleo continuarão elevados". "Caso os inventários globais continuem a recuar ainda mais, podemos ver o brent a escalar até aos 85 dólares", indica à agência.

O Departamento de Energia norte-americano vai divulgar o boletim semanal com os níveis dos inventários de crude dos Estados Unidos esta quarta-feira, bem como os stocks de destilados e gasolina.

29.09.2021

Euro perde terreno face ao rival norte-americano

Euro recua pelo segundo dia pressionado por receios de abrandamento da economia

O euro, a moeda única europeia, está a perder terreno perante o dólar esta manhã.

Nesta sessão, o euro está a depreciar 0,13% para 1,1668 dólares, a negociar no vermelho pela terceira sessão esta semana. 

Já a libra esterlina está a avançar 0,01% para 1,3538 dólares, depois de ontem ter cedido 1,18%, caindo abaixo dos 1,36 dólares. 

O dólar está a negociar de forma estável esta manhã contra um cabaz composto por divisas rivais, a avançar 0,01%.

29.09.2021

Ouro a valorizar depois de duas sessões no vermelho

O ouro está a valorizar 0,3% esta manhã, com a onça deste metal precioso a negociar nos 1.739,16 dólares. 

O ouro, visto como um ativo-refúgio, recupera assim após duas sessões no vermelho. Ao longo desta semana, tem vindo a perder terreno e a ficar cada vez mais afastado da fasquia dos 1.800 dólares por onça. 

Só na segunda-feira, quando fechou na "linha de água" (-0,01%) é que a onça de ouro esteve acima dos 1.750 dólares.

29.09.2021

Futuros apontam para abertura cautelosa com investidores atentos a declarações de bancos centrais

Os futuros apontam para uma abertura cautelosa nas praças europeias, com os investidores ainda a digerir as quedas vividas em Wall Street na sessão desta terça. 


Esta terça-feira, o índice industrial Dow Jones fechou a ceder 1,63% e o S&P 500 recuou 2,04%, naquele que foi o maior "selloff" desde maio. As empresas do setor da tecnologia voltaram a estar entre as cotadas com pior desempenho na sessão, devido ao facto de os juros da dívida a 10 anos estarem a negociar nos EUA em máximos de finais de junho, acima de 1,53%, em antecipação de uma política monetária mais apertada por parte da Fed.


Além da atenção a estes temas, também são esperadas declarações de líderes de bancos centrais, numa altura em que os investidores continuam à espera de detalhes sobre uma possível redução de estímulos à economia. São esperadas declarações dos governadores do Banco de Inglaterra, Andrew Bailey, e do banco da Japão, Haruhiko Kuroda, ou ainda do líder da Fed, Jerome Powell, no Fórum do BCE. 


Na Ásia, a sessão fica marcada por quedas nos principais índices japoneses, com tanto o Nikkei e o Topix a ceder mais de 2%. Já em Hong Kong, o Hang Seng apreciou 0,6%.

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