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Como é que é possível que um acontecimento desta magnitude, que segundo leio no site da FIFA está destinado “a celebrar a união dos povos na sua diversidade”, decorra num país que bloqueia as fronteiras a cidadãos de perto de 40 países, entre os quais alguns dos já apurados para a final, e acabe de proibir a imigração dos nacionais de outros 75, entre os quais o Brasil?

Boicote ao Mundial de Futebol nos EUA

Maduro merece e torna a merecer ser julgado e pagar pelos seus crimes; a Venezuela tem o direito de viver em democracia e usufruir da sua riqueza, mas não podemos admitir que um país estrangeiro assuma governá-lo, afirmando que lhe dará as migalhas do que rouba para si.

Quem se lembra de Gungunhana?

Se trairmos a Ucrânia estamos, simultaneamente, a trair o povo russo, por quem Navalny e tantos outros deram a vida na esperança de travar a corrupção e a ditadura de um déspota que se está cinicamente nas tintas para o destino dos outros.

Trair a Ucrânia é trair Navalny e os russos

Enquanto andava na apanha da garrafa, a ministra do Ambiente deve ter lido os meus pensamentos, porque nem de propósito veio relançar com três anos de atraso um Sistema de Depósito e Reembolso de garrafas que deverá finalmente começar a funcionar em abril de 2026, mais vale tarde do que nunca.

A apanha da garrafa

Caramba, se os funcionários daquela instituição (Banco de Portugal) vão levantar as vozes aos céus imortalizando o seu ex-governador, também é de direito que cá por casa me façam o mesmo.

Também tenho direito a hino!

Quando um líder não é capaz de ser honesto, primeiro consigo próprio e depois com aqueles que dependem dele, rapidamente passa esse código de conduta para toda a gente, e adeus criatividade, tudo estagna.

A cultura da simpatia não nos leva a lado nenhum!

Contas feitas, diz o Economist, aos 31 anos tanto os Millennials como a geração Z tinham o dobro da riqueza do que a maioria dos X na mesma idade. E o pior é que o futuro não lhes parece prometer grande coisa, submersos pela previsível falência dos sistemas de segurança social e o flagelo das loucuras do senhor Trump.

“Quando vir um cinquentão, pelo menos sorria-lhe!”

Depois de ler o estudo da Business Roundtable Portugal (BRP) sobre a Tax Wedge – ou seja, a fatia do custo do nosso salário que vai para o Estado e para a Segurança Social — fiquei com a certeza de que os nossos sucessivos governos andam há anos a dar tiros nos pés, porque a carga que pesa sobre o trabalhador e a empresa é tão excessiva que acaba por ser uma armadilha ao desenvolvimento económico.

Os bastidores de um recibo de ordenado

Luís Montenegro acaba de dizer publicamente que, se fosse por escolha dele, eu nunca teria nascido. E mesmo que tivesse visto a luz do dia, seria noutro país, estando impedida de viver com o meu pai, pelo menos em tempo útil. E era altamente improvável que alguma vez me pudesse chamar portuguesa.

Por vontade de Montenegro eu não teria nascido!

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