O “snooze” europeu
O discurso europeu da “autonomia estratégica” tornou-se uma curiosa ginástica sem músculo. Falamos de independência energética, mas dependemos de gás caro; falamos de liderança tecnológica, mas continuamos a importar chips asiáticos; falamos de defesa, mas hesitamos em gastar o que prometemos.
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No passado sábado, em Munique, Mark Rubio lançou aos europeus uma provocação com sotaque de urgência: “O século XXI será decidido por quem tiver coragem para simplificar.”
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