O fim da política do filho único na China, 10 anos depois
As autoridades reconhecem agora que a população começou a diminuir em 2022 e que a taxa de fertilidade em 2025 provavelmente foi de apenas 0,9 nascimentos por mulher. O colapso demográfico é uma possibilidade concreta.
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O dia 1 de janeiro marcou uma década desde que a China revogou a sua política do filho único. Apenas 10 dias antes, Peng Peiyun, que supervisionou durante muito tempo a aplicação frequentemente brutal das regras de planeamento familiar da China, morreu aos 96 anos, sem nunca ter sido responsabilizada pelas suas ações. Alguns obituários elogiaram Peng por ser “reformista”, embora, na prática, apenas tenha perpetuado uma política totalmente desumana, cujas consequências mal começaram a materializar-se.
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