“As palavras do meio”
“As palavras do meio” não devem significar a procura de unanimidade, mas outrossim a aposta em tornar prevalecente uma dinâmica social propícia a entendimentos e compromissos.
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“As palavras do meio.” Esta foi a feliz expressão que António José Seguro usou no seu primeiro discurso de 10 de junho e vai certamente ficar colada a este mandato presidencial. “As palavras do meio”, no entender do chefe de Estado, são as “que permitem a aproximação, a criação de pontes entre as pessoas, entre os portugueses, entre as instituições, entre as ideias. São o antídoto para o vírus da polarização que tende a substituir a argumentação, o debate e a negociação”.
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