A China duvida que Trump esteja preparado. Farage busca emprego
Parece não perceber como se lidera uma superpotência". O artigo surge após Trump ter usado o Twitter para desancar a China por causa do drone americano que a marinha chinesa recolheu. Num segundo tweet, Trump escreveu: "Devemos dizer à China que não queremos de volta o drone roubado - eles que fiquem com ele!" No meio desta confusão, um dos artífices do Brexit, Nigel Farage, procura fazer pela vida. Numa entrevista à BBC diz que pode ser a ponte com a equipa de Donald Trump: "Eu posso ajudar a ser a ponte entre o governo deste país com a administração Trump. (…) Se queremos fazer negócios com a maior empresa do mundo e se há alguém que tem os contactos e as conexões a primeira coisa que fazemos é empregar essa pessoa porque é como o mundo funciona". Não poderia ser mais claro.
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Resta saber se o governo inglês o quer contratar.
No "New York Times", Nicholas Kristof está preocupado com a "conexão russa": "Sejamos claros: isto foi um ataque à América, menos letal que um míssil, mas ainda assim profundamente prejudicial para o nosso sistema. Não é que Trump e Putin se tenham junto para roubar uma eleição. Mas se a CIA tem razão, a Rússia tentou aparentemente eleger um presidente que talvez não fosse um boneco mas sim um cachorro russo". E acrescenta, sobre Rex Tillerson: "Independentemente das nossas opiniões, como é que desejamos responder à interferência russa na nossa eleição colocando a política externa americana nas mãos de um amigo de Putin?". No "Washinton Post", Robert J. Samuelson lembra Obama: "Não há mistérios sobre a grande realização presidencial de Barack Obama: impediu que a Grande Recessão se tornasse na segunda Grande Depressão".
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