A formação mais cara é a que não se faz
Portugal tem hoje escolas de negócios com acreditação internacional, executivos em meio de carreira a voltar às aulas e investimento estrangeiro a bater recordes.
Portugal tem hoje escolas de negócios com acreditação internacional, executivos em meio de carreira a voltar às aulas e investimento estrangeiro a bater recordes.
As competências comportamentais voltam a ocupar o centro dos programas de formação executiva. Da liderança à adaptabilidade, do pensamento crítico à inteligência relacional são várias as soft skills que separam os gestores que resistem dos que antecipam.
Sónia Rodrigues, CEO na MSRI – Metalomecânica, Soares Rodrigues e Irmãos
À frente da Confederação Empresarial de Portugal, Rafael Alves Rocha considera que as escolas de gestão portuguesas são boas, mas a formação executiva, por si só, não resolve o problema de produtividade do país.
A incerteza geopolítica, a aceleração da inteligência artificial e a pressão crescente em torno da sustentabilidade levou a Católica Porto Business School a redesenhar a sua oferta para executivos.
O Executive MBA do Iscte Executive Education afirma-se como uma proposta exigente, orientada para a prática e validada pelo mercado, no qual a progressão de carreira se constrói.
Entre Lisboa e Porto, o Programa de Gestão e Liderança da AESE Business School prepara executivos para contextos empresariais mais exigentes e integrados.
Num mercado que valoriza cada vez mais perfis híbridos, a Faculdade de Economia da Universidade do Porto responde com rigor quantitativo, ligação direta ao tecido empresarial e uma aposta clara na fronteira entre gestão e inteligência artificial.
Na Porto Business School não há um perfil típico de aluno, mas há um denominador comum: a ambição de liderar melhor.
A Portucalense Business School desenhou uma oferta formativa que acompanha o profissional ao longo de toda a carreira com programas adaptados às necessidades das empresas e baseados na investigação científica do centro REMIT.