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Sondagem: 90% apoia estado de emergência, mais de metade queria declaração há mais tempo

A grande maioria dos portugueses (90%) concorda com a decisão de Presidente da República em declarar o estado de emergência, mas 52% defende que Marcelo Rebelo de Sousa devia ter agido há mais tempo.

Marcelo Rebelo de Sousa falará hoje ao país para anunciar e justificar a declaração do estado de emergência no país.
António Cotrim/Lusa
Negócios 19 de Março de 2020 às 22:01
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A grande maioria dos portugueses (90%) concorda com a decisão de Presidente da República em declarar o estado de emergência, mas 52% defende que Marcelo Rebelo de Sousa devia ter agido há mais tempo, indica uma sondagem da Marktest divulgada esta quinta-feira.

 

Se o apoio à declaração do estado de emergência é esmagador entre os inquiridos, com apenas 6,3% a discordarem e 3,7% a dizerem que não sabem ou não respondem, o "timing" já divide a sociedade: 52% considera que a decisão devia ter sido tomada antes, enquanto 42% defendem o momento escolhido por Marcelo e 6% pensa que a decisão deveria ser adiada.

 

A sondagem revela ainda que 41,7% dos inquiridos vão ficar em situação de teletrabalho, enquanto 32,9% continuarão a exercer a sua atividade no local de trabalho. Existem ainda 14,4% que vão ficar em casa sem trabalhar.

 

O estudo de opinião mostra que os portugueses prevêem que a epidemia do coronavírus e as limitações daí decorrentes vão durar entre um a três meses. Mais especificamente, 34,3% dos inquiridos estima que durará um a dois meses e 30,8% estima entre dois a três meses. Existem ainda 25,6% que antecipam um período superior a três meses.

 

O maior receio dos portugueses é a taxa de mortalidade do vírus (35,3%), seguindo-se a falência da economia nacional (20,9%) e a falência do Serviço Nacional de Saúde (19,5%).

 

 

Nota Técnica:

A presente sondagem foi realizada pela Marktest, através de CAWI (Computer Assisted Web Intereview), junto de uma amostra de 501 inquiridos, com mais de 18 anos , residentes em Portugal Continental . Os resultados do estudo foram ponderados e extrapolados para o universo em estudo ( 8.250.000).

A recolha da informação decorreu entre as 21h00 do dia 18 de Março e as 16h00 do dia 19 de Março de 2020. A selecção dos entrevistados, fez-se com recurso ao Access Panel da Marktest. A partir deste Access Painel, procedemos a extrações aleatórias de potenciais entrevistados, de acordo com as regras definidas ao nível da seleção amostral ( método de quotas pelas varíaveis, género, idade e região Marktest).

Para garantir a segurança da comunicação online, a Marktest utiliza um protocolo de segurança que permite salvaguardar a leitura e interceção, por terceiros, dos dados transmitidos no momento do preenchimento do inquérito.

O Access Panel da Marktest encontra-se devidamente registado na C.N.P.D. e a Marktest assegura um controlo rigoroso de qualidade e veracidade da informação registada pelos internautas inscritos no nosso Access Panel, bem como na gestão da selecção dos mesmos para as entrevistas que realizamos. Desde o dia 25 de Maio de 2018, temos em vigôr o RGPD (Politica de Privacidade Marktest - http://www.marktest.com/wap/a/q/id~106.aspx). De assinalar ainda que a cumprimos integralmente com "28 Questions to Help Buyers of Online Samples" – ESOMAR.

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