Economia Álvaro Amaro pede "coragem política" para apoiar o interior

Álvaro Amaro pede "coragem política" para apoiar o interior

O presidente da câmara da Guarda e primeiro proponente do Movimento pelo Interior pediu "coragem política" para travar o processo de decadência das regiões desertificadas.
Álvaro Amaro pede "coragem política" para apoiar o interior
Sérgio Lemos/Cofina
David Santiago 18 de maio de 2018 às 16:45
O sucesso das medidas que constam do relatório final do movimento criado para revitalizar o interior dependerá da "coragem política" para as aplicar, avisou Álvaro Amaro na cerimónia em que o caderno de encargos foi entregue ao Presidente da República e ao primeiro-ministro e que decorreu no antigo Museu dos Coches, em Lisboa. 

O "caminho novo" proposto pelo presidente da câmara da Guarda dependerá da vontade dos políticos, mas Amaro acredita que o apoio dado à causa por Marcelo Rebelo de Sousa poderá ser decisivo.

"O Presidente da República foi talvez o maior entusiasta desta causa", lembrou Álvaro Amaro, que no "empenho" de Marcelo vislumbra "esperança no amanhã", diz o promotor inicial do Movimento pelo Interior. "Façam as reflexões que sejam devidas, firmem os entendimentos que sejam necessários, estabeleçam os pactos políticos que sejam adequados, alterem o que entenderem alterar, mas decidam com rapidez e coragem", pediu Amaro, que é também líder dos Autarcas Social-Democratas.

O outro promotor do movimento, Rui Santos, presidente da câmara de Vila Real, lembrou que Portugal é um "país desequilibrado" que precisa de "políticas públicas inovadoras, talvez até radicais". Foi esse o propósito do movimento que, com as 24 propostas hoje apresentadas, espera ter contribuído para criar "condições para o sucesso desta demanda". 

"Acreditamos ter dado um contributo válido e oferecido uma estratégia suprapartidária" e em que todos se possam rever, concluiu Rui Santos.

 




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