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Supremo dos EUA volta a não decidir sobre tarifas de Trump. Posição só na próxima semana

A justiça americana tem estado a avaliar se a imposição de tarifas comerciais é válida à luz de uma lei de 1977 que dá ao Presidente dos EUA poderes de decisão em situações de emergência.

Supremo dos EUA volta a não decidir sobre tarifas de Trump. Posição só na próxima semana
Supremo dos EUA volta a não decidir sobre tarifas de Trump. Posição só na próxima semana Evan Vucci / AP
14 de Janeiro de 2026 às 15:34

O Supremo Tribunal dos EUA voltou a não publicar uma decisão sobre a legalidade das tarifas aduaneiras impostas pela administração Trump. Depois de não o ter feito na primeira oportunidade do ano, , a decisão poderia ser conhecida até esta quarta-feira, mas sabe-se agora que tal não aconteceu.

Só no decorrer da próxima semana, na melhor das hipóteses, é que a decisão deverá ser tornada pública, com o Supremo a divulgar novas tomadas de posição na terça e na quarta-feira.

A justiça americana tem estado a avaliar se a imposição de tarifas comerciais é válida à luz de uma lei de 1977 que dá ao Presidente dos EUA poderes de decisão em situações de emergência.

O processo em causa questiona a legalidade das tarifas de Trump e é um enorme teste aos poderes presidenciais do republicano, mas também à determinação do Supremo em contrariar algumas decisões da Casa Branca que levantam dúvidas sobre se Trump não está a exacerbar os seus poderes.

Já esta semana, o .

Numa mensagem publicada na rede Truth Social durante a madrugada desta terça-feira, Trump afirma que caso as tarifas sejam declaradas inconstitucionais a fatura a pagar aos países e empresas seria de "muitas centenas de milhar de milhões de dólares". Se somarmos o valor que esses países e empresas poderiam exigir devido aos investimentos que estão a fazer na construção de fábricas e equipamento para evitar as tarifas, estaríamos a falar de "biliões de dólares", acrescenta.

Segundo a Bloomberg, o valor a restituir aos países afetados pelas tarifas ascenderia a 130 mil milhões de dólares, cerca de 111 mil milhões de euros ao câmbio atual.

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