Com algum vazio de poder, o Presidente francês vai, aos poucos, tentando ocupar um lugar central na Europa sobretudo numa fase em que os 27 procuram respostas para assegurarem a defesa do Velho Continente. Neste fim de semana, indicou que vai tentar convencer os parceiros europeus a comprarem equipamento militar "made in Europe". Trata-se de diversificar os fornecedores, sobretudo de uns EUA que não parecem confiáveis.
Começa a ser difícil acompanhar a estratégia algo errática do Presidente norte-americano em diversos domínios. Mas internamente, os eleitores começam a mostrar alguma fadiga. A maioria ainda está otimista e dá nota positiva à Administração Trump, mas no que toca à economia, 54% desaprovam a política seguida até aqui durante as primeiras semanas na Casa Branca.
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