“O mercado regulado é hoje um travão ao desenvolvimento do setor”, diz ACEMEL
O presidente da ACEMEL diz que os cerca de 800 mil consumidores ainda no mercado regulado de eletricidade só mudarão por imposição legal e critica o prolongamento da tarifa regulada até 2027. João Nuno Serra aponta limitações no desenho dos períodos horários e defende mais armazenamento e flexibilidade para responder ao crescimento das renováveis e às fragilidades expostas pelo apagão.
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O mercado liberalizado de eletricidade já concentra a maioria dos consumidores em Portugal, mas a manutenção do mercado regulado continua a limitar a concorrência e a evolução do setor. A avaliação é do presidente da Associação dos Comercializadores de Energia no Mercado Liberalizado (ACEMEL), João Nuno Serra, que considera que o prolongamento da tarifa regulada até 2027 constitui um bloqueio ao desenvolvimento do mercado.
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