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Subida de preços do imobiliário comercial abranda em 2024

No ano passado, o aumento dos valores deste tipo de imóveis foi de 4,7%, menos 0,8 pontos percentuais do registado em 2023. Cresceram também a um ritmo inferior ao das habitações, cujo índice de preços saltou 9,4%.

lojas, estabelecimentos, comércio, compras, consumo, retalho
lojas, estabelecimentos, comércio, compras, consumo, retalho Mariline Alves
23 de Maio de 2025 às 11:31

Os imobiliários comerciais registaram um aumento de preços no ano passado, mas ainda assim abaixo da subida de 2023. Segundo os dados divulgados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), os índice de preços de imóveis comerciais cresceu 4,7% no ano passado, uma desaceleração de 0,8 pontos percentuais face aos 5,5% do ano anterior. 

Os preços do mercado habitacional, contudo, praticamente duplicaram face ao dos espaços destinados ao comércio. Os dados do INE dão conta que, no ano passado, o índice de preços da Habitação (IPHab) subiu 9,1%, mais 4,4 pontos percentuais quando comparado com o Índice de Preços das Propriedades Comerciais (IPPCom). É das maiores subidas dos últimos anos. Em termo de comparação, a diferença entre estes dois tipos de preços de imóveis entre 2023 e 2024 foi de apenas 1,7 pontos percentuais. 

Investimento de institucionais nas casas aumenta

As aquisições de imóveis habitacionais pelas famílias cresceu 15,2% em termos homólogos o ano passado, para 134.540 transações, enquanto os negócios realizados pelos restantes setores institucionais, como por exemplo fundos ou entidades financeiras, subiram 10,3% para 21.785 alojamentos. 

"No último ano, o peso relativo das compras de alojamentos pelos restantes setores institucionais baixou 0,6 p.p. para 13,9%. Em valor, as vendas realizadas a famílias aumentaram 22,3%, para um total de 28,7 mil milhões de euros, sendo que nos restantes setores institucionais o montante de 5,1 mil milhões de euros correspondeu a um crescimento de 13,1% face a 2023", indica o INE.

O índice de preços na habitação registou "um crescimento dos preços acima daquele que foi evidenciado pelo índice relativo às aquisições de habitação pelos restantes setores institucionais", explica o instituto. E acrescenta: "No caso do IPHab, o ano de 2024 caraterizou-se por um aumento do ritmo de crescimento dos preços ao longo dos vários trimestres, tendo-se registado taxas de variação entre 7,0%, no 1º trimestre, e 11,6%, no 4º trimestre. No que respeita aos preços das habitações adquiridas pelos Restantes Setores Institucionais, observou-se um aumento homólogo de 5,1% no 1º trimestre, desacelerando para 2,7% no 2º trimestre". 

Já na segunda metade do ano o crescimento dos preços foi de 4,1% e 5,2%, respetivamente, no 3º e 4º trimestres.

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