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Fundo Nos 5G investe na portuguesa Coreflux e adiciona investimento no portefólio

Este é o sexto investimento do fundo de capital de risco da operadora. Tecnologia da Coreflux quer traduzir e automatizar decisões do quotidiano.

Fundo da operadora continua empenhado no investimento de startups.
Fundo da operadora continua empenhado no investimento de startups. Inês Gomes Lourenço
15 de Dezembro de 2025 às 16:14

O fundo Nos 5G anunciou um novo investimento e o alvo foi a portuguesa Coreflux. A startup portuense, fundada em 2023, angariou 1,2 milhões de euros, com o fundo da operadora de telecomunicações, gerido pela Armilar Venture Partners, a liderar a ronda de financiamento. 

A Coreflux, comandada por Hugo Vaz, é especializada em conectividade e controlo de dados para a Internet das Coisas, entrando diretamente numa das áreas de exposição da operadora. A startup "disponibiliza um ecossistema de conectores de sistemas, brokers e serviços de cloud, que permite às empresas recolher, processar e tomar decisões sobre dados, em tempo real".

De acordo com o fundo, liderado pelo administrador Manuel Ramalho Eanes, as capacidades da startup, "aliadas às características técnicas do 5G — capaz de suportar até um milhão de dispositivos por km², assegurar latência ultrabaixa e permitir 'slicing' de rede —, permitem novos cenários de conectividade com densidade e velocidade até aqui impossíveis".

"A tecnologia proprietária da Coreflux, quando combinada com a infraestrutura 5G da Nos, abre caminho para transformar operações industriais, energia, mobilidade e 'smart infrastructures' em todo o país", destaca o administrador Manuel Ramalho Eanes, apontando que a Coreflux é "um exemplo de como o 5G é um verdadeiro catalisador de inovação aplicada", podendo mesmo "posicionar o país na vanguarda da conectividade inteligente". 

A Coreflux é a sexta empresa em que o fundo Nos 5G investe, desde a . Este fundo de capital de risco foi formado com 10 milhões de euros, com o objetivo de investir em investigação e desenvolvimento da rede de quinta geração.

O CEO da portuense Coreflux, Hugo Vaz, aponta que a startup "quer preparar a base da 'trillion device network'", com o propósito de ligar situações quotidianas, "como um semáforo que reage ao trânsito, uma máquina industrial que ajusta a produção ou um contador de energia que comunica em tempo real". "Enquanto o 5G da NOS garante a infraestrutura e a escala, a Coreflux traduz esses dados, automatiza decisões e guarda a informação. Este investimento é naturalmente complementar", sustenta o co-fundador.

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