Telecomunicações Lucro da Nos aumenta 21,5% para 42 milhões até março

Lucro da Nos aumenta 21,5% para 42 milhões até março

No primeiro trimestre, o investimento da Nos em telecomunicações cresceu para 81,7 milhões de euros. A maior parte do montante foi direcionada para a expansão da rede fixa que em março chegava a 4,4 milhões de casas.
Lucro da Nos aumenta 21,5% para 42 milhões até março
Sara Ribeiro 08 de maio de 2019 às 19:25

A Nos fechou o primeiro trimestre com um resultado líquido de 42,5 milhões de euros, um aumento de 21,5% face ao mesmo período do ano passado.

O EBITDA (resultado antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) seguiu a mesma tendência tendo crescido 2,1% para 160 milhões de euros, com a margem EBITDA a melhorar 0,3 pontos percentuais para 41,7%.

Por sua vez, as receitas atingiram 385,3 milhões de euros, o que traduz um aumento de 0,6%, abaixo do crescimento de número de clientes que a operadora registou. Esta performance deveu-se à queda de 5% dos proveitos do negócio de audiovisuais e cinema que acabou por ser compensada pela subida das receitas do negocio de telecomunicações, de 1,1%.

No final de março, a Nos somava 9,556 milhões de serviços, o que equivale a um aumento de 116 mil face ao primeiro trimestre de 2018.

Analisando os números por segmento, o número de serviços móveis registou um aumento de 49,5 mil face ao período homólogo, contando no final do trimestre com 4,7 milhões. Na banda larga fixa os serviços situaram-se em 1,3 milhões, (+3,5%) e na voz fixa chegaram aos 1,7 milhões (+0,9%).

No comunicado emitido à CMVM esta quarta-feira, a Nos sublinha ainda que o investimento no final de março atingiu os 91 milhões de euros, com o investimento do negócio de telecomunicações a aumentar 1,2% para 81,7 milhões. A maior parte deste montante foi alocada à expansão da rede de fibra da operadora que, no final de março, chegava a 4,4 milhões de casas, mais 374 mil lares face ao primeiro trimestre de 2018.

Nos que toca ao segmento empresarial, a Nos destaca que o número de serviços cresceu para 1,5 milhões, face aos 1,4 verificados no período homologo.

No final do período em análise, a divida financeira da operadora situava-se em mil milhões de euros, uma redução de 1,4% que equivale a "1,8x o EBITDA, um rácio conservador face às congéneres do setor", segundo a empresa.

 




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