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Sexto dia do leilão 5G fecha com ofertas de 80 milhões de euros

O sexto dia de licitação para a atribuição de frequências 5G a novos “players” contou com mais 6 rondas e aumentou os preços dos lotes para 80 milhões de euros.

Sara Ribeiro sararibeiro@negocios.pt 07 de Janeiro de 2021 às 18:00
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A atribuição de licenças para o 5G parece continuar a gerar forte interesse entre novos "players". O sexto dia do leilão do  5G, ainda reservado para novos entrantes, voltou a contar com 6 novas rondas de licitação para a atribuição de frequências para a quinta geração móvel, de acordo com a informação divulgada esta quinta-feira pela Anacom.

O valor dos três lotes da faixa dos 1.800 MHz, que ainda estão a concurso não tendo sido atribuídos, tem aumentado em cada dia do leilão, estando agora com um preço total de  50 milhões de euros (16,7 milhões de euros por lote). O valor base de cada lote desta faixa começou nos 4 milhões de euros.

A outra frequência a concurso (de 900 MHz), com apenas um lote, continua com o preço de reserva de 30 milhões de euros. Apesar de já ter várias rondas para a atribuição deste lote, o valor base mantém-se desde o inicio do leilão, a 22 de dezembro.

A identidade dos novos entrantes que estão a concorrer por estes lotes ainda não é conhecida.

O preço final do encaixe do Estado com estes leilões, que além do serviço móvel em 5G também pretende aumentar a cobertura das atuais redes 4G, vai depender de todos os lotes serem atribuídos ou não, bem como se são comprados pelo preço base. Mas as estimativas da Anacom apontam para receitas de pelo menos 237,9 milhões de euros. Um valor que, tendo em conta a competitividade que está a haver, poderá ser superior.

Só depois de concluída a primeira fase do leilão reservada para novos entrantes é que arranca a segunda etapa para os atuais operadores (Meo, Nos e Vodafone).

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