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Leilão 5G continua a gerar disputa e preços aumentam para 67 milhões

O terceiro dia de licitação para a atribuição de frequências 5G a novos “players” contou com mais 6 rondas e aumentou os preços dos lotes para 67,2 milhões de euros. A fase para novos "players" ainda não ficou fechada.

Cadete de Matos, presidente da Anacom, considera o preço do leilão “bastante ajustado”.
João Cortesão
Sara Ribeiro sararibeiro@negocios.pt 04 de Janeiro de 2021 às 19:59
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A atribuição de licenças para o 5G continua a gerar forte interesse entre novos "players". O  terceiro dia do leilão do 5G, que decorreu esta segunda-feira, voltou a  gerar seis novas rondas de licitação para a atribuição de frequências para a quinta geração móvel, tendo fechado esta ronda com novo aumento de preços.

Tal como nos outros dois dias da primeira fase do leilão, reservada para novos entrantes, houve um total de seis novas rondas pela atribuição de quatro lotes nas faixas dos 900 MHz e dos 1800 MHz, os quais ainda não foram atribuídos prevendo-se novas licitações nos próximos dias.

No caso da primeira categoria, (900 MHz) está um lote a concurso desde 22 de dezembro com um preço de reserva de 30 milhões de euros. Apesar de já ter havido várias rondas pela atribuição deste lote, segundo a informação disponibilizada pela Anacom, o valor base mantém-se.

Já os três lotes da faixa dos 1800 MHz, que tinham um preço de reserva de quatro milhões, continuam a gerar uma forte disputa. Depois de no segundo dia terem subido de 6,4 milhões para 10,4 milhões, esta terça-feira o valor base de cada lote fechou nos 12,4, ou seja, um total de 37,2 milhões pelos três lotes a concurso.

A identidade dos novos entrantes que estão a concorrer por estes lotes ainda não é conhecida.

O preço final do encaixe do Estado com estes leilões, que além do serviço móvel em 5G também pretende aumentar a cobertura das atuais redes 4G, vai depender de todos os lotes serem atribuídos ou não, bem como se são comprados pelo preço base. Mas as estimativas da Anacom apontam para receitas de pelo menos 237,9 milhões de euros. Um valor que, tendo em conta a competitividade que está a haver, poderá ser superior.

Só depois de concluída a primeira fase do leilão reservada para novos entrantes é que arranca a segunda etapa para os atuais operadores (Meo, Nos e Vodafone).

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