Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

"Começamos a ver sinais claros de recuperação", diz presidente da TAP

A presidente executiva da companhia aérea nacional, Christine Ourmières-Widener, acredita que a "pior fase da pandemia" já terá "ficado para trás".

A TAP vai manter, na fase inicial, a possibilidade de os trabalhadores de saída concorrerem a vagas na PGA.
Miguel Baltazar
Rafaela Burd Relvas rafaelarelvas@negocios.pt 14 de Setembro de 2021 às 18:42
  • Assine já 1€/1 mês
  • 7
  • ...
As medidas de restrição ainda impostas em alguns mercados, bem como uma recuperação da procura mais lenta do que o esperado, continuam a pesar sobre a atividade da TAP. Mas a companhia aérea começa, agora, a ver "sinais claros de recuperação". A garantia foi dada esta terça-feira, 14 de setembro, pela presidente executiva da TAP Christine Ourmières-Widener.

"As medidas implementadas para combater a pandemia ainda não são uma coisa do passado. Assim, mesmo com o esforço extraordinário feito por Portugal em termos de vacinação, ainda enfrentamos muitas restrições (com exigência de quarantena) em alguns mercados chave, como os Estados Unidos e o Brasil", afirmou a responsável, que foi ouvida, esta tarde, na comissão parlamentar que acompanha a aplicação das medidas de resposta à pandemia e o processo de recuperação económica.

Mas o cenário está a mudar. "Felizmente, começamos a ver sinais claros de recuperação, tais como a abertura do mercado brasileiro, o que nos dá esperança de que a pior fase da pandemia tenha ficado para trás", sublinhou e presidente da TAP.

Exemplo da confiança que a companhia aérea tem na recuperação, detalhou ainda a gestora, é a oferta planeada para os próximos meses. Para a operação de inverno, a TAP planeia oferecer 941 voos por semana, um número que representa cerca de 80% da capacidade que se verificava em 2019, antes da pandemia. Como termo de comparação, no inverno do ano passado, a TAP disponibilizou apenas 30% a 40% da capacidade que tinha em 2019.
Ver comentários
Saber mais tap pandemia aviação Christine Ourmières-Widener parlamento
Outras Notícias