Passivo da Azores Airlines “tem de ficar do lado de lá”, diz Tavares
Gestor que integra o consórcio Atlantic Connect vai estudar o relatório preliminar do júri que vai propor a rejeição da proposta. Carlos Tavares assume a manutenção do interesse na empresa, mas mantém firme que o objetivo de refazer a empresa terá de ser sem o passivo.
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O júri pronunciou-se. E o “júri é soberano”, razão pela qual “acolhemos o parecer com serenidade”, apesar de este ser desfavorável ao sucesso da oferta apresentada pela Atlantic Connect pela Azores Airlines. Carlos Tavares diz que o relatório será “estudado nas próximas duas semanas”, procurando dar resposta às dúvidas levantadas. Mas num ponto, o consórcio não cede: o passivo tem de ser assumido pelo Governo Regional.
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