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Após fim-de-semana prolongado, Wall Street avança mais de 2%

As bolsas de Nova Iorque regressaram em "grande estilo" após o fim-de-semana prolongado. Os três principais índices fecharam com subidas superiores a 2% na ressaca de uma semana em que o S&P 500 perdeu quase dois biliões de dólares.

Reuters
Pedro Curvelo pedrocurvelo@negocios.pt 21 de Junho de 2022 às 21:43
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Na primeira sessão da semana - Wall Street esteve encerrada ontem devido a feriado - os principais índices avançaram mais de 2%, ainda na ressaca das fortes quedas da semana passada, em que o S&P 500 perdeu quase dois biliões de dólares.

O Dow Jones avançou 2,15% e voltou a superar a barreira psicológica dos 30 mil pontos, encerrando nos 30.530,25 pontos. O S&P 500, por seu turno, subiu 2,45%, para os 3.764,79 pontos. O tecnológico Nasdaq Composite ainda teve melhor desempenho e ganhou 2,51%, nos 11.069,30 pontos.

Entre os destaques do dia, a Revlon disparou 62% após ter apresentado o pedido de proteção contra falência (chapter 11), enquanto a Kellogg valorizou 2% na sequência do anúncio de separar os seus negócios em três empresas distintas. 

Já um conjunto das cotadas com mais posições a descoberto (short-positions) avançou 2,7%, colocando pressão sobre os investidores que apostaram na queda das ações.

Entre as grandes tecnológicas, a Amazon avançou 2,32%, a Apple ganhou 3,28%, a Alphabet subiu 4,11% e a Microsoft valorizou 2,46%. A destoar, a Meta perdeu 4,19%.

Assim, pelo menos por um dia, o mercado "ignorou" os receio de uma recessão. "Os bancos centrais estão a enfrentar um 'trade-off' entre crescimento e inflação. Subir demasiado as taxas de juro ameaça desencadear uma recessão, enquanto não subir o suficiente pode deixar as expectativas de inflação descontroladas", refere uma nota do BlackRock Investment Institute citada pela Bloomberg.


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