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Banca e Galp levam PSI-20 a subir mais de 1%

A bolsa nacional acompanha o optimismo das principais praças europeias, animada pelas subidas da Galp Energia, BCP e BPI. Na Europa, os ganhos são sustentados pela subida do petróleo e pelos resultados trimestrais das empresas.

Bloomberg
Rita Faria afaria@negocios.pt 05 de Fevereiro de 2016 às 12:56
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A bolsa nacional está a negociar em alta esta sexta-feira, 5 de Fevereiro, após três sessões consecutivas de perdas. O PSI-20 ganha 1,16% para 4.974,95 pontos, com nove cotadas em alta, seis em queda e duas inalteradas.

Lisboa acompanha a tendência positiva das principais praças europeias, que registam ganhos em torno de 0,5%, impulsionados pela subida do petróleo nos mercados internacionais e pelos resultados de algumas empresas, como o BNP Paribas, que obteve lucros de 6,69 mil milhões de euros em 2015.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, sobe 0,3% para 329,73 pontos. Portugal lidera os ganhos no Velho Continente, juntamente com o espanhol IBEX, que valoriza 1,25%.

Na bolsa nacional, a Galp Energia, o BCP e o BPI são as cotadas que mais impulsionam o PSI-20. A petrolífera liderada por Carlos Gomes da Silva soma 2,55% para 11,08 euros, numa altura em que o Brent de Londres sobe 0,44% para 34,61 dólares por barril.

Na banca, o BCP ganha 5,31% para 3,77 cêntimos e o BPI dispara 9,09% para 1,02 euros. 

Em alta estão também as cotadas do sector do retalho. A Jerónimo Martins valoriza 1,34% para 12,89 euros enquanto a Sonae ganha 2,32% para 1,013 euros.

A contribuir para os ganhos do PSI-20 estão também a Mota-Engil e a Pharol. A construtora sobe 4,7% para 1,404 euros, depois de ter sido formalizada a parceria entre a Ascendi e a Ardian, que passa a fazer parte da gestão das auto-estradas da Mota-Engil. Já a Pharol ganha 3,06% para 23,6 cêntimos.

Do lado das perdas, a Portucel desce 0,3% para 2,988 euros, depois de ter revelado ontem que obteve um resultado líquido de 196,4 milhões de euros no ano passado, o que significa um aumento de 8,2% face aos 181,5 milhões registados em 2014.

Os analistas do Haitong consideram que as contas apresentadas pela papeleira não trazem notícias muito importantes. "Achamos que os resultados foram fortes e que [a empresa] continua a ser uma das histórias mais atractivas da [Península] Ibérica com um crescimento visível no horizonte e relativamente protegido contra a deterioração que os mercados emergentes atravessam", assumem os analistas do Haitong numa nota de análise. 

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