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Bolsa nacional em queda após ataques do Irão a bases dos EUA

As desvalorizações das bolsas europeias estão para já a ser contidas, depois do Irão ter deixado claro que não pretende uma guerra com os Estados Unidos e Donald Trump ter reagido no twitter para afirmar que "até agora está tudo bem".

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Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 08 de Janeiro de 2020 às 08:13
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A bolsa nacional está a acompanhar a tendência de queda das praças europeias, numa sessão de fuga dos investidores dos ativos de maior risco, devido aos ataques do Irão a bases norte-americanas no Iraque.

 

O PSI-20 desce 0,41% para 5.208,67 pontos, com 12 cotadas a descer, cinco a subir e uma sem variação.

 

Na abertura das praças europeias a tendência é igualmente negativa, embora as quedas estejam a ser contidas a abaixo de 1%. Os ativos de refúgio estão a beneficiar com o aumento da turbulência no Médio Oriente, com o ouro a disparar quase 1% para máximos de seis anos e os juros das obrigações em queda. O petróleo sobe mais de 1% em Londres, mas persiste abaixo dos 70 dólares por barril. 

 

Mais de uma dúzia de mísseis iranianos foram lançados na quarta-feira de madrugada (perto das 24:00 em Lisboa) contra duas bases iraquianas, em Ain al-Assad e Arbil, que albergam tropas norte-americanas.

 

Esta ação é considerada como uma operação de vingança na sequência da morte do general Qassem Soleimani, comandante da força de elite iraniana Al-Quds, que morreu na sexta-feira num ataque aéreo contra o carro em que seguia, junto ao aeroporto internacional de Bagdad, capital do Iraque, ordenado por Donald Trump.

 

As quedas nas bolsas estão a ser mais contidas depois do Irão ter deixado claro que não pretende uma guerra com os Estados Unidos e Donald Trump ter reagido no twitter para afirmar que "até agora está tudo bem".

 

Na bolsa de Lisboa é o BCP que mais penaliza o PSI-20, com uma queda de 1,34% para 0,1982 euros. A Jerónimo Martins cede 0,37% para 14,84 euros e a EDP Renováveis recua 0,78% para 10,12 euros.

 

A REN recua 0,92% para 2,695 euros depois do Goldman Sachs ter cortado a recomendação dos títulos para "vender".

 

A Galp Energia aproveita a alta dos preços do petróleo para negociar com uma subida de 0,35% para 15,71 euros.

 

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