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Apple já vale um bilião. Quem se segue?

A lista das vinte cotadas mais valiosas é liderada por cinco tecnológicas, todas elas americanas. A mais próxima da fasquia quebrada pela Apple é a Amazon. A Europa só tem dois representantes, mais próximos do fim: Royal Dutch e Nestlé.

1.º Apple – 1 bilião de dólares

2.º Amazon – 876 mil milhões de dólares

3.º Alphabet – 852,9 mil milhões de dólares

4.º Microsoft – 815,9 mil milhões de dólares

5.º Facebook – 495,6 mil milhões de dólares

6.º Berkshire Hathaway – 491,5 mil milhões de dólares

7.º Alibaba – 480,2 mil milhões de dólares

8.º Tencent – 430,6 mil milhões de dólares

9.º JPMorgan Chase – 388,7 mil milhões de dólares

10.º Johnson& Johnson – 355,7 mil milhões de dólares
Ana Batalha Oliveira anabatalha@negocios.pt 02 de Agosto de 2018 às 22:00
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A Apple acaba de ultrapassar a barreira que nenhuma outra cotada havia quebrado: a gigante da maçã já vale mais de um bilião de dólares. Apesar da vitória, a empresa liderada por Tim Cook não estava isolada na frente e seguiu sempre com as pares tecnológicas no seu encalço.

A outra favorita ao título de primeira "trillion dólar baby" era a Amazon. A empresa gerida por Jeff Bezos tem agora uma capitalização bolsista de 876,55 mil milhões de dólares, mas já chegou a ultrapassar os 900 mil milhões, sucedendo à Apple nesta conquista. A ascensão pode ser ilustrada pelos pais do CEO, que investiram 250 mil dólares na empresa em 1995. Um IPO e três "stock splits" depois, caso não a tenham alterado, a participação original valerá actualmente perto de 30 mil milhões de dólares. 


Logo a seguir, com uma avaliação de 852 mil milhões de dólares, coloca-se a Alphabet e a Microsoft, com 815 mil milhões de dólares. A fechar o top cinco está o Facebook, confirmando a liderança do sector da tecnologia entre as cotadas mais valiosas do mundo.

Contudo, a empresa fundada por Mark Zuckerberg afastou-se recentemente das restantes, com uma queda histórica de praticamente 20% na última quinta-feira, após a apresentação de resultados abaixo das expectativas. Até ao fecho da sessão de quarta-feira a rede social estava a ganhar 23% e apresentava uma capitalização bolsista de 629 mil milhões de dólares. Com a queda da sessão posterior, o valor de mercado do Facebook  encolheu cerca de 120 mil milhões de dólares, situando-se agora nos 495,95 mil milhões de dólares.

Todas americanas, todas do mesmo sector. Mas o domínio da tecnologia vai além-fronteiras, e as primeiras empresas a introduzir outra nacionalidade na lista das mais valiosas são as chinesas Alibaba e Tencent, que valem 480 e 430 mil milhões de dólares em bolsa, respectivamente, figurando no sétimo e oitavo lugares.


Entre as tecnológicas, na sexta posição, está a Berkshire Hathaway, a multinacional liderada pelo conhecido investidor, Warren Buffet, está avaliada em 491 mil milhões. Este conglomerado engloba muitas das empresas que se espalham mais abaixo no ranking: os bancos JPMorgan Chase e Wells Fargo ou a petrolífera Exxon Mobil.

Para encontrar a primeira empresa europeia é preciso descer ao 14.º lugar, onde se posiciona a petrolífera holandesa Royal Dutch, com um valor de mercado de 282,07 mil milhões de dólares. Depois, só a suíça Nestlé, que fecha o "top 20" com uma capitalização bolsista de 248,73 mil milhões.

Em suma, o ranking das 20 mais valiosas divide-se em quatro degraus: no primeiro, onde cabem oito cotadas, colocam-se aquelas que valem mais de 200 mil milhões. Acima destas, as empresas juntam-se em quartetos: o dos 300 mil milhões e o dos 400 mil milhões. No topo, há o trio dos 800 mil milhões, Microsoft, Alphabet e Amazon. A Apple subiu a escada e já entrou na casa dos 13 dígitos, mas não  é motivo para ficar confortável: com o número de compradores de smartphones a baixar pela primeira vez na história, a gigante da maçã vai ter de trabalhar para se manter "senhora das capitalizações bolsistas".

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