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Ao minuto01.12.2022

Stoxx 600 em máximos desde junho. Petróleo sobe com acordo iminente da UE para limite a preço de crude russo

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta quinta-feira.

reuters
01.12.2022

Europa fecha pintada de verde. Stoxx 600 em máximos desde junho

As bolsas europeias fecharam no verde, com exceção da britânica, impulsionadas pela perspetiva de que o ritmo dos aumentos das taxas de juro por parte dos bancos centrais poderão ver um alívio em breve. Um otimismo que ganhou ainda mais força após o discurso do presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell.

O Stoxx 600 - índice de referência para a região - subiu 0,89% para 443,96 pontos, tendo atingido o valor mais alto desde 6 de junho, em que fechou nos 444,12 pontos. Os setores da tecnologia, retalho e telecomunicações foram os que mais contribuíram para o avanço do índice, com um aumento de 2,85%, 1,94% e 1,88%, respetivamente.

Nas praças europeias, o alemão Dax subiu 0,65%, o francês CAC-40 valorizou 0,23%, o espanhol Ibex cresceu 0,53%, o italiano FTSE Mib somou 0,31% e o Aex, em Amesterdão, pulou 1,06%. Só o britânico FTSE 100 fechou no vermelho, com uma queda de 0,19%. 

Além da perspetiva de alívio na política monetária, a possibilidade de a China aligeirar as restrições de combate à covid-19 também alimentaram a subida em praticamente todas as bolsas.

01.12.2022

Juros aliviam na Zona Euro após recuo da inflação

Os juros da dívida soberana estão a aliviar na Zona Euro, um dia após ter sido divulgado que a inflação na região abrandou para 10% em novembro.

Os juros da dívida de Itália e de Portugal foram os que mais recuaram: 16,9 pontos base para 3,693% e 13,9 pontos base para 2,726%, respetivamente. 

Já a "yield" das Bunds alemãs com maturidade a dez anos - referência para a Zona Euro - cedem 11,4 pontos base para 1,809%, enquanto os juros da dívida pública francesa recuam 13,7 pontos base para 2,261% e a "yield" da dívida espanhola perde 13,3 pontos base para 2,800%.

Fora da Zona Euro, os juros da dívida britânica aliviam 5,3 pontos base para 3,097%.

01.12.2022

Petróleo sobe com "acordo à vista" da UE para limite de 60 dólares a crude russo

O petróleo segue a valorizar, numa altura em que os estados-membros da União Europeia debatem o limite máximo ao preços do petróleo russo. 

Segundo a Reuters, a UE propôs um limite de 60 dólares por barril, uma ideia que já terá recebido "luz verde" da Estónia e da Lituânia, que, juntamente com a Polónia, têm feito pressão para que o teto ao crude russo seja o mais baixo possível. Fontes diplomáticas revelaram à agência de notícias que falta apenas o "sim" de Varsóvia.

Enquanto isso, o West Texas Intermediate (WTI), referência para os Estados Unidos, sobe 2,14% para 82,27 dólares por barril, ao passo que o Brent do Mar do Norte, referência para as importações europeias, soma 1,31% para 88,11 dólares por barril.

As negociações quanto ao limite ao preço máximo do crude vindo da Rússia parece estar assim a avançar, após o impasse da passada semana, em que os países do bloco europeu chumbaram a proposta do G7, que apontava que o valor seria entre os 65 e os 70 dólares.

O bloco europeu estará também a considerar um mecanismo, que prevê a possibilidade de avaliações regulares e potenciais revisões do preço máximo a cada dois meses, a partir de meados de janeiro. 



01.12.2022

Ouro avança perante dólar mais fraco. Euro valoriza

O ouro segue a valorizar, estando a negociar no valor mais alto desde agosto. O metal precioso viu um novo impulso após Jerome Powell ter sinalizado a possibilidade de um abrandamento do ritmo da subida das taxas de juro.

O metal amarelo sobe 1,89% para 1.802,01 dólares por onça, tendo tocado os 1.804,15 dólares, máximo desde 10 de agosto. A prata ganha 2,22%, para os 22,69 dólares por onça, enquanto a platina, por seu turno, avança 0,58% para 1.043,20 dólares e o paládio cresce 3,09% para 1.947,04 dólares. 

Os sucessivos aumentos das taxas de juro por parte dos bancos centrais para combater a elevada inflação têm pesado no ouro ao longo deste ano e beneficiado tanto o dólar como os juros das obrigações. Mas o discurso mais "dovish" de Powell colocou o dólar a cair.

O índice dólar da Bloomberg, que mede a força da moeda norte-americana contra dez divisas rivais, cede 0,89% para os 105.06 pontos. A nota verde desvaloriza face a todas as moedas do grupo. 

O euro, por sua vez, soma 0,95% para 1.0505 dólares.


01.12.2022

Wall Street abre mista após escalada à boleia de Powell

As bolsas norte-americanas abriram a negociação mistas, num dia em que foram divulgados dados que dão conta de que o ritmo do aumento do aumento dos preços no consumidor está a desacelerar.

Estes dados surgem um dia após as palavras do presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, que admitiu a possibilidade de um abrandamento do ritmo da subida das taxas de juro já este mês. 

O "benchmark" S&P 500 sobe 0,28% para 4.091,62 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite soma 0,40% para 11.513,89. Já o industrial Dow Jones cede 0,26% para 34.501,37 pontos.

Peter Boockvar, analista da Bleakley Financial Group, assinalou como positivo as perspetivas de que o pico dos aumentos das taxas de juro poderá estar perto e de que a inflação está a desacelerar. "A próxima montanha a conquistar, e penso que será o foco em 2023, são as consequências que subidas [das taxas de juro] tão altas terão na economia", defendeu, em declarações à Bloomberg.

Na quarta-feira, as bolsas do outro lado do Atlântico fecharam em alta, com o Nasdaq Composite a escalar mais de 4%. 



01.12.2022

Euribor caem a três e seis meses e sobem a 12 meses

As taxas Euribor desceram hoje a três e seis meses e subiram a 12 meses para novos máximos desde o início de 2009.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno positivo em 06 de junho, baixou hoje, para 2,405%, menos 0,009 pontos, depois de ter subido em 29 de novembro para 2,442%, um novo máximo desde janeiro de 2009.

A média da Euribor a seis meses subiu de 1,997% em outubro para 2,321% em novembro. A Euribor a seis meses esteve negativa durante seis anos e sete meses (entre 06 de novembro de 2015 e 03 de junho de 2022).

A Euribor a três meses, que entrou em 14 de julho em terreno positivo pela primeira vez desde abril de 2015, também desceu hoje, ao ser fixada em 1,972, menos 0,001 pontos, depois de em 29 de novembro ter registado um novo máximo desde fevereiro de 2009.

A taxa Euribor a três meses esteve negativa entre 21 de abril de 2015 e 13 de julho último (sete anos e dois meses).

A média da Euribor a três meses subiu de 1,428% em outubro para 1,825% em novembro.

Em sentido inverso, no prazo de 12 meses, a Euribor avançou hoje, ao ser fixada em 2,842, mais 0,012 pontos do que na quarta-feira, depois de ter atingido 2,892% no início da semana, um máximo desde janeiro de 2009.

Após ter disparado em 12 de abril para 0,005%, pela primeira vez positiva desde 05 de fevereiro de 2016, a Euribor a 12 meses está em terreno positivo desde 21 de abril.

A média da Euribor a 12 meses avançou de 2,629% em outubro para 2,828% em novembro.

As Euribor começaram a subir mais significativamente desde 04 de fevereiro, depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter admitido que poderia subir as taxas de juro diretoras este ano devido ao aumento da inflação na zona euro e a tendência foi reforçada com o início da invasão da Ucrânia pela Rússia em 24 de fevereiro.

Em 27 de outubro, com o objetivo de travar a inflação, o BCE subiu as três taxas de juro diretoras em 75 pontos base, o terceiro aumento consecutivo deste ano, depois de em 21 de julho ter subido em 50 pontos base as três taxas de juro diretoras, a primeira subida em 11 anos, e em 08 de setembro em 75 pontos base.

A evolução das taxas de juro Euribor está intimamente ligada às subidas ou descidas das taxas de juro diretoras do BCE.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses registaram mínimos de sempre, respetivamente, de -0,605% em 14 de dezembro de 2021, de -0,554% e de -0,518% em 20 de dezembro de 2021.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

Lusa

01.12.2022

Jerome Powell e China dão gás aos mercados europeus

As principais praças europeias arrancaram a negociação do primeiro dia do mês de dezembro em terreno bositivo, à boleia do sentimento que já tinha dominado Wall Street e também os mercados asiáticos.

Os investidores reagem às palavras de Jerome Powell, com o presidente da Fed a assumir um aliviar da política monetária nos Estados Unidos. Por outro lado, também na China se assumiu um desaperto do política de controlo da pandemia de covid-19.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, polas 09:40 o alemão Dax somava 0,22%, o francês CAC-40 caía 0,04%, o italiano FTSEMIB avançava 0,48%, o britânico FTSE 100 estava inalterado e o espanhol IBEX 35 pulava 0,55%. Em Amesterdão, o AEX registava um acréscimo de 0,77%.

Já o índice Stoxx 600, que agrega as principais empresas europeias e serve de referência para a região, valorizava 0,51%, com os setores da tecnologia e imobiliário a registarem os melhores desempenhos.

"A questão agora é perceber se este é um rally de 'bear market' ou início de um novo movimento para novos máximos", indica Michael Hewson, analista de mercado chefe na CMC Markets UK. 

01.12.2022

Juros da Zona Euro aliviam. Yeld cai mais de 10 pontos em Portugal e Itália

Os juros das dívidas soberanas dos países da Zona Euro a dez anos estão esta manhã em rota de desagravamento, com as taxas de Itália e Portugal a liderarem as quedas.

Um dia depois de se saber que a inflação abrandou para 10% em novembro no bloco, a "yield" das Bunds alemãs caiu 8,5 pontos base para 1,838%, enquanto os juros da dívida italiana desceu 10,6 pontos base para 3,756%.

Já os juros da dívida pública francesa recuaram 9,4 pontos base para 2,3905%, enquanto os da dívida espanhola decrescem 9,6 pontos base para 2,837%. A "yield" da dívida portuguesa, por sua vez, desvalorizou 10,3 pontos base para 2,763%.

01.12.2022

Dólar com o pior mês em mais de uma década

O dólar norte-americano acumula uma valorização de 22% face ao iene, 13% em relação ao euro e 6% contra as pares dos emergentes desde o início do ano.

Depois de ter encerrado o mês de novembro com a pior queda mensal desde 2009, a nota verde estende esta manhã as perdas.

O índice dólar da Bloomberg - que compara à força da moeda norte-americana contra dez divisas rivais - caía 0,4% nas primeiras horas de quinta-feira, depois de ter tido uma queda mensal de 4,8%, maior em mais de uma década.

Em concreto, o euro avança sobre o dólar 0,25%, para 1,0432 dólares. A libra esterlina sobe 0,57% para 1,2127 dólares. Já o iene japonês escala 1,12% para 0,0073 dólares.

A nota verde está a ser penaliza pela sinalização do abrandamento da subida das taxas de juro pela Fed, com os analistas a estimarem que a inflação nos Estados Unidos possa já ter atingido o seu pico e que o dólar perderá força a partir de agora.

No mês passado, foram vários os investidores que apostaram contra a divisa, no maior "short" visto em quase um ano e meio.



01.12.2022

Ouro estável acima da barreira dos 1.700 dólares

A negociação do ouro mantém-se firme acima da barreira psicológica dos 1.700 dólares a onça. O metal precioso foi beneficiado pelas palavras de Jerome Powell que sinalizou um abrandamento na subida das taxas de juro pela Fed.

O ouro somou um ganho mensal de 8% em novembro, assente na perspetiva de uma política monetária menos apertada daqui para a frente, o que trouxe perdas para o dólar e aos juros da dívida norte-americana. 

Esta manhã, o ouro somava 0,5% para os 1.777,35 dólares a onça. Prata, platina e paládio seguem a tendência de ganhos.

"Os pressupostos do ouro mudaram e voltámos a um território 'bullish', depois do ativo ter quebrado de forma convincente a barreira dos 1.680 dólares, estando a negociar acima dos 1.700", indicou Brian Lan, managing director da GoldSilver Central.

01.12.2022

Instabilidade domina negociação de petróleo. Frio impulsiona gás

Ganhos anuais são pouco expressivos e o petróleo corre o risco de fechar o ano com saldo negativo.

Depois de ter arrancado a semana a somar ganhos, à boleia da perspetiva de um possível alívio na política covid zero da China - o maior importador de petróleo do mundo, - a negociação de crude está esta quinta-feira a apontar para o vermelho.

A poucos dias da reunião dos países exportadores de petróleo e seus aliados (OPEP+), que se realiza no próximo domingo, dia 4, ainda não há sinais claros sobre uma possível decisão do grupo, que "vai precisar de um melhor entendimento dos passos reais da China em relação à covid-19 antes de tomar qualquer decisão em relação aos níveis de produção", indica James Whistler, managing director na Vanir Global Markets, em declarações citadas pela Bloomberg.

Ainda assim, depois de ter estado grande parte da manhã com quedas, em Londres, pelas 08:56, o Brent do Mar do Norte, que é a referência para as importações europeias, somava 0,3% para 87,23 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI), "benchmark" para os Estados Unidos, avança 0,34% para 80,82 dólares.

Quanto aos preços da gás natural, estão a ser impulsionados por uma vaga de frio na Europa. Depois de um novembro relativamente ameno, as temperaturas prometem baixar consideravelmente este mês, dando força à negociação.

O gás para entrega em um mês negociado em Amesterdão, a referência para o mercado europeu, subia 4,5% para 153 euros por megawatt hora, pelas 07:25 de Lisboa.

01.12.2022

Ásia com melhor desempenho mensal em 24 meses. Europa aponta para o verde

O alívio da política covid zero na China originou um rally nos mercados asiáticos que promete contagiar a negociação de ações, nesta quinta-feira, na Europa.

Antes da abertura do mercado o Euro Stoxx 50 avançava 1%, já depois de os índices da Ásia terem registado o seu melhor desempenho mensal em 24 meses.

O índice agregador MSCI Asia Pacific Index somou um ganho de 15% em novembro e neste 1 de dezembro valorizou 2,5%, depois de Pequim avançar que o combate à pandemia de covid-19 entrou numa nova fase, com a variante ómicron a enfraquecer e os níveis de vacinação da população a aumentar.

O sentimento dos investidores foi ainda influenciado pelas palavras de Jerome Powell. O líder da reserva federal norte-americana admitiu a possibilidade de um abrandamento no ritmo de subida das taxas de juro já em dezembro, num discurso na Brookings Institution, em Washington D.C.

Assim, o índice de Xangai avançou 0,7%, enquanto em Hong Kong, o Hang Seng subiu 1,6%. Pelo Japão, o Topix avançou 0,2% e o Nikkei valorizou 1,1%. Já na Coreia do Sul, o Kospi somou 0,2%.

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