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Ao minuto25.06.2022

Petróleo avança. "Caça aos saldos" na bolsa agrava juros na Europa

Acompanhe aqui minuto a minuto o desempenho dos mercados.

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24.06.2022

Europa com melhor dia em três meses

O índice de referência do Velho Continente, Stoxx 600, depois de ontem ter registado mínimos desde fevereiro de 2021, valorizou esta sexta-feira 2,62% para 412,93 pontos. Esta é a maior subida diária desde meados de março. Todos os setores terminaram o dia no verde e a tecnologia foi o que mais ganhou com 3,74%, seguida dos media e do setor alimentar.

As principais praças da Europa ocidental também encerraram com ganhos robustos, num dia marcado pelos caçadores de pechinchas, que aproveitaram o facto das ações estarem mais baratas para investir.

"Temos visto sinais de que os investidores institucionais acham que existe algum valor no mercado europeu", adianta Joachim Klement, analista da Liberum Capital à Bloomberg.

"Temos de nos relembrar que mesmo no ressalto de hoje não são apenas os setores cíclicos que lideram o mercado, indicando que este é um ressalto do ‘bear market’, mas não o fim do ‘bear market", esclarece ainda.

A bolsa de Amesterdão liderou os ganhos, com o AEX a somar 3,84%, seguida do parisiense CAC40 a crescer 3,23% e do londrino Footsie 100 a valorizar 2,68%. 

Em tendência crescente esteve ainda o índice italiano Footsie Mib a pular 2,33%, o espanhol IBEX35 a ganhar 2,62% e o alemão DAX30 a crescer 1,59%.

24.06.2022

Ouro valoriza. Dólar regista primeira queda semanal este mês

O ouro está a negociar em terreno positivo, mas a caminho da segunda queda semanal consecutiva, depois de uma semana marcada por comentários do presidente da Reserva Federal dos Estados Unidos, Jerome Powell, que em declarações tanto no Senado como no Congresso reforçou a intenção em baixar "incondicionalmente" a inflação.

O ouro está a valorizar 0,20% para 1.826,43 dólares por onça, numa altura em que o dólar desvaloriza em relação ao euro tornando este metal precioso mais atrativo e barato. A nota verde perde 0,24% em relação à moeda única europeia, que a partir de 2023 contará com mais um membro - a Croácia.

O dólar está a registar a primeira queda semanal do mês de junho face ao euro e libra esterlina. Já o franco suíço regista máximos de dois meses em relação ao dólar e de três meses em relação ao euro.

O índice do dólar da Bloomberg – que mede a força da nota verde contra 10 divisas rivais – cai 0,23% para 104,189 pontos registando também a primeira queda semanal este mês.

24.06.2022

"Caça aos saldos" na bolsa agravam "yields"

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro agravaram-se, embora de forma não muito acentuada, num dia em que os investidores apostaram na compra de ações que consideram estar baratas, em detrimento do refúgio das obrigações.

Os juros da dívida alemã a 10 anos subiram 1 ponto base, para 1,432%, enquanto as "yields" das dívidas dos países da periferia agravaram-se de forma mais acentuada, mas sem que o diferencial face às "bunds", referência do mercado da dívida europeia, aumentasse muito.

Assim, a dívida italiana a 10 anos viu os juros subirem 4,3 pontos base, para 3,411%, enquanto na dívida portuguesa com a mesma maturidade a "yield" avançou 2,8 pontos, para 2,501%, e no país vizinho o aumento foi de 2,9 pontos, para 2,533%.

24.06.2022

Petróleo regista ganhos, com consumidores à espera que a inflação diminua

O petróleo está a negociar em alta, depois de terem sido divulgados dados das expectativas dos consumidores sobre a inflação nos Estados Unidos. O estudo da Universidade de Michigan mostra que os consumidores norte-americanos consideram que a inflação deverá diminuir a longo prazo - o que deu otimismo ao "ouro negro" negociado tanto em Londres como em Nova Iorque.

Ainda assim, o petróleo negociado nos Estados Unidos está a caminho da segunda semana consecutiva no vermelho, ao passo que o Brent se direciona para um encerramento semanal positivo depois da queda na semana anterior.

Depois de ter recuado nos dois dias anteriores, o West Texas Intermediate, referência para o mercado norte-americano, cresce 3,20% para 107,58 dólares por barril, estando assim a anular grande parte das perdas do início da semana. Já o Brent do Mar do Norte, negociado em Londres, ganha 2,74% para 113,09 dólares por barril.

24.06.2022

Wall Street arranca no verde na esperança de um alívio da Fed

O banco central, liderado por Jerome Powell, deverá subir a sua taxa diretora pela primeira vez na reunião de março.

Wall Street arrancou em terreno positivo, à medida que aumentam as apostas no mercado sobre um alívio na política monetária "falcão" da Reserva Federal norte-americana (Fed) para combater a inflação no próximo ano. 

 

O industrial Dow Jones soma 0,84% para 30.937,17 pontos, enquanto o S&P 500 ganha 1,08% para 3.837,06 pontos. Por seu lado, o tecnológico Nasdaq Composite cresce 1,50% para 11.402,40 pontos.

 

Segundo os analistas, já reinam as apostas do mercado de que endurecimento da política monetária da Fed atingirá um pico até ao final do ano, sendo de esperar um alívio a partir do próximo ano.

 

"Apesar dos comentários agressivos [dos membros] da Fed, os investidores estão a incorporar nos preços das ações um abrandamento no aumento das taxas de juros entre os próximos 12 a 18 meses", defende o Deutsche Bank numa nota de "research" citada pela Bloomberg.

24.06.2022

"Dip buyers" dominam a sessão e arrancam Europa do vermelho

Os "dip buyers" invadiram a sessão europeia ajudando o bloco a recuperar da queda da última sessão em que o índice de referência renovou mínimos de 16 meses, à medida que o alívio nos juros das dívidas soberanas encaminham os investidores para o mercado acionista.

 

O Stoxx 600 ganha 0,47% para 404,28 pontos. Dos 20 setores que compõem o "benchmark", tecnologia e "utilities" lideram os ganhos, enquanto o retalho comanda as perdas. O índice deve terminar esta semana no verde, segundo as contas da Bloomberg.

 

As ações europeias foram pressionadas este ano pela guerra na Ucrânia e pelo advento das políticas monetárias falcão. Os fundos de ações europeias registaram saídas nas últimas 19 semanas de cerca de 1,1 mil milhões de dólares (1,05 mil milhões de euros) devido ao ambiente de sell-off generalizado, de acordo com as contas do Bank of America.  

 

Nas principais praças europeias, o espanhol IBEX soma 0,21%, o francês CAC 40 soma 0,70%. Londres sobe 0,52%, Amesterdão cresce 0,94% enquanto Milão (-0,09%) e Frankfurt (0,04%) negoceiam na linha d’ água. Por cá, Lisboa valoriza 0,71%.

24.06.2022

Juros aliviam na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas estão a aliviar na Zona Euro.

 

A yield das Bunds alemãs a dez anos – "benchmark" para o mercado europeu – subtrai 6,2 pontos base para 1,360%. Desde o passado dia 5 de maio que os juros da dívida alemã estão acima de 1%.

 

Por sua vez, os juros da dívida italiana a dez anos aliviam 2,9 pontos base para 3,339%. O spread face ao "benchmark" fixa-se em 197 pontos base. A yield das obrigações francesas com a mesma maturidade perde 6,2 pontos base para 1,360%.

 

Na Península Ibérica, a yield da dívida portuguesa a dez anos alivia 4,9 pontos base para 2,424%. O fosso face aos juros da dívida alemã fixa-se em 105,4 pontos base. Desde o passado dia 29 de abril que os juros das obrigações nacionais estão acima de 2%.

Já a yield da dívida espanhola subtrai 4,4 pontos base para 2,460%.

24.06.2022

Ouro a caminho da segunda perda semanal consecutiva. Euro aproveita fraqueza do dólar

Ouro

O ouro está a caminho da segunda perda semanal consecutiva, com os investidores de olho no futuro da política monetária conduzida pela Reserva Federal norte-americana (Fed).

 

O metal amarelo negoceia na linha d’ água (0,07%) nos 1.824,04 dólares a onça, um dia depois de o presidente da Fed, Jerome Powell, ter reiterado diante dos congressistas norte-americanos o compromisso do banco central em combater a inflação.

 

Esta semana o ouro caiu, apesar do alívio registado nos juros da dívida soberana norte-americana, algo que em teoria conduziria o apetite dos investidores para o "rei" dos metais. A tendência negativa estendeu-se aos ETF correlacionados com o ouro que registaram uma queda de 10,3 toneladas esta quinta-feira, a maior queda desde março de 2021, segundo os dados compilados pela Blomberg.

 

Além das palavras de Powell, os investidores estão a digerir as declarações de outro membro da Fed, Michelle Bowman, que esta quinta-feira manifestou o seu apoio a um  aumento das taxas de juro em 75 pontos base em julho, seguido de outros aumentos de 50 pontos base.

 

No mercado cambial, o índice do dólar da Bloomberg – que mede a força da nota verde contra 10 divisas rivais – cai 104,31 pontos. Já o euro aproveita a fraqueza do "green cash" e soma 0,11% para 1,0535 dólares.

24.06.2022

Petróleo avança ligeiramente

O petróleo ruma à primeira perda semanal desde o início de abril, à medida que o medo de uma recessão global enfraquece a procura.

 

O West Texas Intermediate, referência para o mercado norte-americano, soma 0,52% para 104,81 dólares por barril depois de recuar nas duas sessões anteriores. Esta semana o "benchmark"  dos EUA já perdeu 4%.

 

Por sua vez o Brent do Mar do Norte, negociado em Londres, cresce 0,31% para 110,39 dólares por barril.

 

O "rally" do petróleo foi interrompido no início deste mês devido à crescente preocupação dos investidores sobre a possibilidade de um abrandamento económico, desencadeado pela agressividade da política monetária "falcão" dos bancos centrais.

Esta semana foi marcada pelas declarações do presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell que reiterou o compromisso do banco central no combate contra a inflação.

24.06.2022

Europa aponta para verde. Ásia fecha em terreno positivo à boleia das tecnológicas

A Europa aponta para um arranque de sessão no verde, terminando assim uma semana volátil marcada pelo receio de uma possível recessão, motivada por uma política monetária "falcão" agressiva.

 

Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 sobem 1%.

 

Na Ásia, a sessão encerrou de forma mista, com a tecnologia a puxar pelos ganhos. No Japão, o Nikkei somou 1,23% e o Topix ganhou 0,81%. Na Coreia do Sul o Kospi valorizou 2,35%. Pela China, em Hong Kong o tecnológico Hang Seng somou 2,2% e Xangai valorizou 1,1%.

 

Durante a sessão desta sexta-feira, os investidores vão digerir as palavras do presidente da Reserva Federal norte-americana, Jerome Powell, que numa audiência no Congresso esta quinta-feira afirmou que "estamos fortemente comprometidos em reduzir a inflação, e estamos a mover-nos rapidamente para fazê-lo". "Temos as ferramentas necessárias e a determinação necessária para restaurar a estabilidade dos preços", acrescentou Powell.

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