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Ao minuto15.07.2022

Europa em terreno positivo. Euro ganha face ao dólar. Petróleo sobe 2%

Acompanhe aqui, minuto a minuto, o desempenho dos mercados durante esta sexta-feira.

A escalada do conflito armado na Ucrânia e a inflação fora de controlo arrastaram os mercados e a confiança dos empresários.
Carlo Allegri/Reuters
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15.07.2022

Europa no verde com setor automóvel a liderar

Os principais índices do Velho Continente encerraram o dia a registar ganhos consideráveis, enquanto avaliam de quanto vai ser a subida das taxas de juro por parte da Fed, juntamente com a situação política em Itália, depois da demissão do primeiro-ministro Mario Draghi não ter sido aceite pelo presidente do país.

Nos Estados Unidos, foram divulgados dados das vendas a retalho de junho que mostram uma subida em relação ao mês passado, o que pode indicar que apesar da alta inflação o consumo não desacelerou.

O indice de referência Europeu, Stoxx 600, valorizou 1,81%, com todos os setores pintados de verde. A registar os maiores ganhos esteve o setor automóvel, perto dos 4%, seguida da tecnologia e retalho que registaram ganhos acima de 2,5%.

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax somou 2,76%, o francês CAC-40 valorizou 2,04%, o britânico FTSE 100 subiu 1,69% e o espanhol IBEX 35 pulou 1.81%. Em Amesterdão, o AEX registou um acréscimo de 1,85%. Já o PSI registouo maior ganho entre os seus pares e subiu 2,83%.

Depois de ter negociado em terreno negativo durante quatro dias consecutivos, o índice italiano FTSEMIB ganhou 1,84%.

15.07.2022

Juros aliviam. Apenas Draghi agrava yield em Itália

Os juros das dívidas da Zona Euro estão a aliviar, exceto em Itália, depois de esta quinta-feira o dia ter ficado marcado pela apresentação da demissão do primeiro-ministro Mario Draghi, que acabou por não ser aceite pelo presidente italiano, Sergio Mattarella.

A yield da dívida italiana está por isso a agravar 2 pontos base para 3,256%, depois de ontem ter estado a somar mais de 11 pontos base. A yield das bunds alemãs com a mesma maturidade – referência para o mercado europeu – está a aliviar 4,6 pontos base para 1,124%.

Já os juros da dívida espanhola caem 5,1 pontos base para 2,272%. Por cá, a yield da dívida portuguesa é a que mais alivia e subtrae 5,7 pontos base para 2,292%, abaixo da linha dos 2,3%.

15.07.2022

Petróleo soma 2%, com Biden na Arábia Saudita

O petróleo está a registar ganhos depois de uma semana em que negociou maioritariamente em terreno negativo, a tombar mais de 7% na terça-feira.


O West Texas Intermediate – negociado em Nova Iorque – ganha 2,53% para 98,20 dólares por barril e o Brent do Mar, referência para as importações europeias, cresce 2,59% para 101,67 dólares por barril.


O "ouro negro" vai valorizando à medida que aumentam as expectativas de que a visita do presidente norte-americano, Joe Biden, à Arábia Saudita, não resulte em qualquer anúncio relativamente ao aumento de produção desta matéria-prima.


Por outro lado, os dados das vendas a retalho nos Estados Unidos, acima do expectável, podem também estar a dar um novo alento ao petróleo, indica Rohan Reddy, analista da Global X Management à Bloomberg.


"O petróleo tem estado volátil, principalmente para o lado negativo estes dias devido a preocupações com o estado da economia chinesa e a alta inflação esta semana nos Estados Unidos", esclarece ainda.

O dia ficou também marcado por um acordo entre o governo da Líbia, a National Oil Corp e os trabalhadores para a reabertura de explorações petrolíferas e dos terminais de exportação. Isto depois de a produção no país ter estado reduzida a metade, entre disputas governamentais e falta de investimento.

A Líbia é membro da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e vem assim contribuir para as cotas de produção desta organização, numa altura em que muitos países adiantam não ter maior capacidade para produzir petróleo, o que tem levado à escalada dos preços.

15.07.2022

Euro a ganhar face ao dólar em semana de paridade

O euro está a valorizar face ao dólar, numa semana marcada pela paridade entre a moeda europeia e norte-americana, registada na quarta-feira.


A nota verde está a desvalorizar num dia em que membros da Reserva Federal norte-americana colocaram de lado uma subida em 100 pontos base das taxas de juro. Este cenário tinha sido levantado na quarta-feira, depois da leitura da inflação nos Estados Unidos ter revelado um valor mais elevado que o esperado.

No entanto, esta sexta-feira os dados sobre a inflação a longo-prazo revelaram-se abaixo do esperado no início de julho, com uma redução em 0,3 pontos percentuais relativamente ao mês passado, justificando a fixação, pela Fed, em apenas 75 pontos base das taxas diretoras.


O euro ganha assim 0,80% em relação ao dólar, 0,36% face ao iene e 0,46% em relação à libra, numa semana em que o Reino Unido procura de um novo primeiro-ministro.


Relativamente ao dólar, o índice da nota verde - que compara a força desta moeda com 10 divisas rivais – perde 0,55% para os 107,9490 pontos.

15.07.2022

Ouro em queda há cinco semanas. Cobre em mínimos de 20 meses

O ouro está a negociar em baixa e a caminho da quinta semana consecutiva em terreno negativo, a maior sequência de quedas em quase quatro anos, com as apostas neste ativo precioso de lado, numa altura em que os investidores têm preferido o dólar.


O ouro regressou a uma ligeira subida esta quarta-feira depois de terem sido divulgados dados da inflação acima do esperado nos Estados Unidos, mas voltou a tombar na quinta-feira abaixo dos 1.700 dólares, algo que não acontecia há um ano.


Este "metal amarelo" costuma registar ganhos com a inflação elevada e baixo crescimento económico, por ser um ativo físico e seguro, mas com a subida das taxas de juro por parte da Reserva Federal norte-americana o metal tem sido posto de lado pelos investidores.


Outro dos fatores que pode estar a contribuir para a queda do ouro é o facto deste metal não render juros, ao contrário de outras "commodities" também negociadas na divisa norte-americana, e por isso acaba por perder valor quando o dólar regista ganhos.


O ouro perde 0,54% para 1.701,27 dólares por onça, ao passo que a platina ganha 0,82% para 847,25 dólares por onça e o paládio tomba 3,72% para 1.832,82 dólares por onça.


No mercado das "commodities" também o cobre negociado a três meses está em baixa e regista um decréscimo de 2,12% para 7.170 dólares por tonelada. Este metal chegou a registar mínimos de 20 meses, numa altura em que aumentam preocupações de que uma recessão global diminua a procura por estes metais industriais. O cobre já caiu 35% este ano depois de máximos registados no início da guerra na Ucrânia.

15.07.2022

Wall Street arranca no verde com ajuda do Citigroup

O “buy the dip” tem ajudado a içar os mercados, mas não é suficiente. O apetite pelo risco é pouco.

Wall Street arrancou a sessão em terreno positiva, depois de cinco dias de perdas, numa altura em que os investidores digerem a possibilidade de um maior endurecimento monetário por parte da Reserva Federal norte-americana (Fed), face aos números da inflação nos EUA em junho divulgados esta semana.

 

O industrial Dow Jones soma 1,18% para 30.986,68 pontos enquanto o "benchmark" mundial por excelência S&P 500 sobe 1,11% para 3.831,22 pontos. Já o tecnológico Nasdaq Composite cresce 0,95% para 11.358,11 pontos.

 

O "benchmark" mundial pode ter outra sessão volátil, num dia em que expiram 1,9 biliões de dólares em opções, o que pode levar os investidores a fecharem algumas posições ou a iniciarem algumas novas.

 

Entre os principais movimentos de mercado, o Citigroup ganha 5,90%. O banco de investimento divulgou esta sexta-feira os resultados do segundo trimestre que superaram as estimativas dos analistas.

15.07.2022

Bolsas europeias recuperam fôlego

As bolsas europeias recuperaram o fôlego na sessão desta sexta-feira, depois de na quinta-feira terem encerrado o dia - marcado pelo pedido de demissão, entretanto recusado, do primeiro-ministro italiano Mario Draghi e pela revisão em baixa do crescimento económico na UE -, no vermelho.

O Stoxx 600 – referência para a Europa – soma 0,60% para 408,94 pontos. A liderar os ganhos dos 20 setores contabilizados no índice está o setor automóvel (1,48%). 

Entre os principais índices da Europa Ocidental, o alemão Dax soma 1,03, o francês CAC-40 valoriza 0,38% e o espanhol IBEX 35 cresce 0,99% Em Amesterdão, o AEX registou um aumento de 0,88%

As bolsas europeias falharam em conseguir grandes resultados até à data, num ano marcado pela escalada de preços e políticas monetárias duras por parte dos bancos centrais para fazer face à inflação. Os investidores estão agora focados na divulgação dos resultados das empresas. 

15.07.2022

Juros aliviam em toda a Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas estão a aliviar na Zona Euro, com o alívio mais expressivo a  acontecer para Portugal.

A yield da dívida portuguesa a dez anos recua 8,0 pontos base para 2,268%. Já a taxa das bunds alemãs com a mesma maturidade – referência para o mercado europeu – cede 7,0 pontos base para 1,100%, enquanto os juros da dívida espanhola caem 4,8 pontos base para 2,276%.

A yield da dívida italiana é a que menos cede, com um recuo de 0,2 pontos base para 3,234%.

Economistas ouvidos pela Bloomberg acreditam que o Banco Central Europeu divulgará um instrumento de compra de obrigações ilimitada já na próxima semana, após a reunião de dia 21 de julho.

15.07.2022

Euro recupera ligeiramente mas mantém-se perto da paridade

O euro está a valorizar ligeiramente depois de na quarta-feira ter voltado a atingir a parida unitária com o dólar, passando a moeda única a valer exatamente o mesmo que a nota verde. Um cenário que não se registava há 20 anos.

O euro soma 0,12% para 1,0030, mantendo-se assim ligeiramente acima do dólar.

Por sua vez, o índice do dólar da Bloomberg – que compara a força da nota verde com 10 divisas rivais – recuou 0,60% para os 108.538.

A paridade unitária do euro com o dólar foi atingida após a divulgação dos dados da inflação nos Estados Unidos, que atingiu os 9,1% em junho, o valor mais alto desde 1981. 

No acumulado do ano, o euro tomba mais de 12% face ao dólar, tendo esta queda sido agravada pela diferença de velocidades entre a Reserva Federal norte-americana (Fed) e o Banco Central Europeu (BCE) na tomada de decisão da subida das taxas de juro e pela crise energética provocada pela guerra na Ucrânia.

 

 

15.07.2022

Ouro continua a ceder perante um dólar mais forte

O ouro segue a perder pela quinta semana consecutiva, com as suas qualidades de ativo-refúgio ofuscadas pelo dólar.

 

O "metal amarelo" ficou sob enorme pressão no último mês após os investidores se terem virado para a "nota verde" perante os receios de uma política monetária mais severa por parte da Reserva Federal dos Estados Unidos (Fed).

 

O metal precioso desvaloriza 0,38% para 1.703,47 dólares por onça. Na mesma tendência segue a platina, a cair 0,39% para 843,10 dólares. O paládio, por sua vez, soma 0,15% para 1.906,50 dólares.

15.07.2022

Petróleo prepara-se para acabar semana abaixo dos 100 dólares. Gás recua

O petróleo prepara-se para terminar a semana com a negociação abaixo da linha dos 100 dólares por barril. A concretizar-se, é a primeira vez que acontece desde o início de abril.

O West Texas Intermediate – negociado em Nova Iorque – soma 0,26% para 96,03 dólares por barril e o Brent do Mar, referência para as importações europeias, valoriza 0,53% para 99,63 dólares por barril.

O Presidente dos Estados Unidos Joe Biden aterra esta sexta-feira na Arábia Saudita, onde deverá tentar convencer a potência petrolífera a aumentar a produção para fazer face à subida de preços.

"O petróleo está a negociar basicamente ao ritmo da política monetária da Fed", afirma Stephen Innes, analista da SPI Asset Management, apontando que isso pode ter efeitos negativos tanto na matéria-prima como no dólar.

O setor do gás natural, por sua vez, está a negociar em terreno negativo em Amesterdão – mercado de referência para a Europa – tendo registado esta manhã uma descida de 0,9% para 173,50 euros por megawatt-hora.

A quebra nos preços do gás justifica-se, em parte, com a retoma do fornecimento habitual da central de Sleipner, na Noruega, que no início da semana reduziu as exportações desta matéria-prima para a Europa.

15.07.2022

Europa aponta para arranque no verde. Ásia a cair

A Europa aponta para um arranque de sessão com ligeiros ganhos, enquanto a Ásia caiu esta sexta-feira para mínimos de dois anos. 

Os futuros sobre o Euro Stoxx 50 sobem 0,8%.

A sessão de negociação na Ásia tocou esta sexta-feira em mínimos de dois anos, numa altura em que se fala de uma nova ronda de subida das taxas de juro a nível mundial, que agrava preocupações dos investidores quanto ao crescimento económico.

A cair no mercado de ações estão as bolsas chinesas, depois de dados divulgados esta sexta-feira mostrarem que a economia chinesa contraiu no segundo trimestre e ficou abaixo das estimativas dos analistas.

No Japão o Topix cai 0,033% e o Nikkei valoriza 0.54%. Pela China, em Hong Kong o Hang Seng derrapa 1.95% e Xangai desce 0.87%. Por fim na Coreia do Sul, o Kospi sobe 0,32%.

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