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Ao minuto06.04.2021

Europa em máximos históricos após pausa da Páscoa. Petróleo recupera mais de 3%

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06.04.2021

Europa renova máximo histórico de olhos postos na recuperação económica

As ações europeias continuam a negociar em máximos históricos, depois de uma pausa de quatro dias, com sábado e domingo incluidos, para o período pascal.

O Stoxx 600 - índice de referência para a região - subiu 0,7% para os 435,26 pontos, o que representa um máximo histórico.

Esta prestação surge na sequência dos máximos históricos atingidos também em Wall Street, na sessão de ontem, com os investidores a aplaudirem os indicadores económicos revelados do outro lado do Atlântico, nomeadamente sobre os serviços e emprego.

Entre os setores, as empresas de extração de minério (1,8%) são as que mais beneficiam com "rally" do cobre, a passo que as transportadoras aéreas impulsionaram o setor ligado ao turismo (+1,8%).

Do lado oposto da tabela estiveram os setores das telecomunicações (-1%) e da energia (-0,3%), os únicos que terminaram o dia no "vermelho".

06.04.2021

Ouro "encolhe os ombros" e avança entre otimismo económico

O ouro está a avançar em força à medida que os investidores pesam a evolução das yields do Tesouro norte-americano, que continuam a assustar, e a recuperação económica que tem vindo a ser assinalada.

O metal amarelo avança 0,94% para os 1.744,64 dólares por onça, depois de duas sessões de ligeiras quebras. O ouro chegou a atingir um máximo desde 25 de março, e a subida foi acompanhada pela de outros metais como a prata, o paládio e a platina.

Apesar do estatuto de ativo refúgio, que podia levar os investidores a afastarem-se do ouro face às melhorias da economia mundial, o metal "encolheu os ombros" confrontado com estes dados "extremamente bem", avaliam os analistas do Commerzbank. Os mesmos consideram difícil que o metal amarelo ultrapasse a barreira dos 1.760 dólares.

06.04.2021

Petróleo avança mais de 3% depois de afundanço

O ouro negro está a recuperar em força depois de na sessão anterior ter deslizado a pique. As perspetivas de melhoria na economia mundial está a fazer rejubilar as matérias-primas, e o petróleo não é exceção.

O barril de Brent, referência na Europa e negociado em Londres, está a valorizar 3,33% para os 64,22 dólares, enquanto o West Texas Intermediate, de Nova Iorque, soma 3,73% para os 60,83 dólares.

A sustentar o otimismo está a revisão em alta que foi revelada pelo Fundo Monetário Internacional, o qual, pela terceira vez em três meses, levanta as perspetivas que tem para a economia mundial.

06.04.2021

Euro mantem alta com dólar a recolher-se face à economia

A moeda única europeia está a valorizar 0,24% para os 1,1841 dólares, prolongando a tendência positiva que já se verificava na sessão anterior. A nota verde está em declínio faceàs previsões melhoradas sobre a economia mundial – que foram revistas em alta pelo Fundo Monetário Internacional – e que desviam as atenções dos investidores de ativos refúgio, como é o caso do dólar, para o mercado de ações.

O Bloomberg Dollar Spot Index, que mede a força da divisa norte-americana contra as principais moedas, está a cair pela quarta sessão consecutiva, desta vez na ordem dos 0,2%. 

06.04.2021

Ânimos acalmam em Wall Street após recordes

Os principais índices norte-americanos afastam-se hoje dos ganhos da sessão passada, na qual foram alcançados novos máximos de sempre depois de bons sinais dados pela economia.

O generalista S&P500 desce 0,13% para os 4.072,47 pontos, o industrial Dow Jones cai 0,15% para os 33.477,74 pontos e o tecnológico Nasdaq resvala 0,19% para os 13.679,41 pontos.

As descidas são ligeiras, numa altura em que a economia mundial se encaminha para, em 2021, alcançar o crescimento mais rápido em 60 anos. Os números positivos do emprego que foram ontem revelados nos Estados Unidos confirmam esta tendência.

Paralelamente, as empresas abaladas pelo caso Archegos estão em recuperação. A Farfetch sobe 0,82% para os 50,17 dólares, a Discovery avança 3,96% para os 43,39 dólares, a ViacomCBS valoriza 2,26% para os 43,83 dólares e a Baidu soma 0,68% para os 223,79 dólares.

Este "hedge fund", que se posicionou como "family office" foi forçado a vender as suas posições alavancadas, tendo dado ordens no valor de 20 mil milhões de dólares no final de março, as quais afetaram as contas em Wall Street.

06.04.2021

Ouro recupera e atinge máximo de 25 de março

Depois de na semana passada ter recuado para praticamente mínimos desde junho do ano passado, o metal precioso dourado está hoje a recuperar ao apreciar 0,27% para 1.732,89 dólares por onça, uma subida que acontece após duas sessões de quedas ligeiras.

O ouro transaciona assim em máximos de 25 de março.

06.04.2021

Petróleo recupera com horizonte difícil para acordo iraniano

O preço do crude está a recuperar nos mercados internacionais com subidas em torno de 2% quer em Londres, quer em Nova Iorque.

A subida do valor do chamado ouro negro acontece numa altura em que os analistas depositam escassas expectativas quanto à possibilidade de reavivar o acordo sobre o programa nuclear do Irão, denunciado pela anterior administração dos Estados Unidos e que o novo presidente, Joe Biden, tentará dar novo fôlego.

A intenção em cima da mesa consiste em dar uma nova vida ao acordo alcançado em 2015, posteriormente denunciado pelos Estados Unidos e entretanto desrespeitado por Teerão, de modo a abrir via a novo levantamento de sanções sobre o Irão, em particular as que pendem sobre as exportações petrolíferas.

A perspetiva de que as penalizações que persistem sobre as exportações iraniana de crude irão perdurar está a alimentar a subida hoje registada do preço do petróleo ante a perspetiva de menor oferta da matéria-prima nos mercados internacionais, o que se reflete na sua valorização.

Assim, o Brent do Mar do Norte, negociado na capital inglesa e usado como referência para as importações nacionais, sobe 1,93% para 63,35 dólares, enquanto em Nova Iorque o West Texas Intermediate (WTI) aprecia 1,99% para 59,82 dólares.

Por outro lado, os dados que apontam para uma recuperação económica robusta, em especial dos Estados Unidos, também contribui para a valorização do petróleo na medida em que se antecipa uma retoma dos níveis de procura pela matéria-prima.

06.04.2021

Euro inverte para subida face ao dólar e libra em queda

O euro segue a negociar com volatilidade contra o dólar nesta terça-feira, tendo já estado a desvalorizar face à moeda norte-americana para entretanto ter invertido e seguir a apreciar ligeiros 0,04% para 1,1818 dólares. Para já trata-se da segunda valorização seguida do euro relativamente ao dólar.

Por seu turno, o dólar está a apreciar ténues 0,03% face a um cabaz composto por 10 moedas de economias desenvolvidas e emergentes.

Já a libra está a perder terreno tanto para o euro como para o dólar, com a divisa britânica a interromper uma ciclo de subidas face às duas moedas proporcionada pelo otimismo quanto aos avanços conseguidos na imunização da população do Reino Unido.

Quanto ao dólar, a moeda norte-americana tira partido da maior subida mensal registada em março pelo setor dos serviços norte-americano.

06.04.2021

Apetite pelo risco penaliza obrigações soberanas

As expetativas reforçadas de recuperação económica robusta, bem como a aposta dos investidores em ativos de maior risco, está a penalizar as obrigações soberanas na sessão desta terça-feira.

 

A taxa dos títulos portugueses a 10 anos avança 2,5 pontos base para 0,226%, em linha com o desempenho da dívida de referência na Europa. A "yield" das obrigações alemãs a 10 anos soma 2,3 pontos base para -0,306%. A taxa de juro das obrigações norte-americanas com a mesma maturidade avança 0,5 pontos base para 1,708%.

06.04.2021

Bolsas europeias atingem máximos históricos com optimismo na retoma da economia global

As bolsas europeias regressaram em forte alta depois da pausa de quatro sessões devido à Páscoa. Os índices europeus estão a apanhar a boleia dos congéneres norte-americanos, que ontem voltaram a fixar máximos históricos ainda a beneficiar com os dados fortes do mercado de trabalho dos Estados Unidos, que reforçam a aposta numa recuperação rápida da economia global.

 

O Stoxx600 sobe 0,77% para 435,56 pontos e desde o início do ano já acumula uma valorização de 9,15%. O índice de referência europeu está assim também em máximos históricos (superou o anterior recorde de 19 de fevereiro), com os investidores mais confiantes na recuperação robusta da economia mundial, numa altura em que os planos de vacinação decorrem a bom ritmo e a pandemia começa a aliviar em alguns dos países mais penalizados nas últimas semanas.   

 

A tendência é de alta generalizada, embora os setores automóvel e da extração de matérias-primas seja o que mais valoriza. As cotadas mais expostas ao ciclo económico tem sido as principais vencedoras nas últimas semanas e hoje voltam a destacar-se nas subidas, com os bancos e as companhias de viagens à frente nos ganhos.

 

Os Estados Unidos criaram 916.000 postos de trabalho no mês passado, a maior subida desde agosto, sendo que o ritmo acelerado de contratações aumentou as esperanças de uma forte recuperação económica e pode continuar a direcionar os investidores para as ações mais afetadas pela pandemia.

 

"Qualquer alteração no sentimento económico que vá no sentido de aceleração do crescimento e da inflação terá impacto positivo" nas cotadas dos setores mais cíclicos, diz à Bloomberg Niall Gallagher, diretor da GAM para ações europeias. Estas cotadas têm um maior peso nos mercados europeus, "daí as recentes expetativas que as bolsas europeias vão ter um melhor desempenho nos próximos meses".

 

Entre os índices nacionais são vários os que também atingiram máximos históricos, como o DAX alemão, embora outros estejam ainda bem distantes do pico. É o caso do PSI-20, que ganha 1,9% para 5.072,07 pontos, o nível mais elevado desde 21 de janeiro.

 

O índice português está a ser impulsionado sobretudo pela EDP, que dispara quase 5% para 5,16 euros.  

 

06.04.2021

Futuros das bolsas sem rumo definido

Os futuros acionistas negoceiam esta terça-feira, 6 de abril, sem tendência definida, divididos entre ganhos e perdas após indicações para os bancos chineses restringirem concessão de crédito.

O movimento que na passada sexta-feira permitiu a obtenção de máximos em Wall Street apoiado pelo otimismo em torno da recuperação económica dos Estados Unidos estanca assim ante a possibilidade de menor liquidez na segunda maior economia mundial. Já ontem as bolsas norte-americanas renovaram máximos históricos, com os índices a serem impulsionados sobretudo pelo setor tecnológico.

Os futuros do europeu Stoxx50 somaram 0,8%, enquanto os do S&P 500 negociados em Londres recuaram 0,1% e os futuros do Nasdaq 100 ficaram praticamente inalterados.

Na Ásia, o índice nipónico Topix perdeu 1,5% e o índice chinês de Shanghai recuou 0,2%. Já o australiano S&P/ASX 200 avançou 0,8% depois de a autoridade monetária do país ter mantido inalterados os juros diretores e assegurado estar a monitorizar de perto a evolução dos preços no mercado imobiliário.

O banco central da China recomendou às principais instituições financeiras locais a restrição na concessão de crédito ao longo do que resta deste ano, refere a agência Bloomberg com base em fontes conhecedoras da recomendação.

Nos Estados Unidos, os progressos na vacinação e a redução de restrições permitiram, em março, que o setor dos serviços atingisse a maior subida mensal de sempre com o número de encomendar a registar novos máximos.

Por outro lado, a secretária do Tesouro norte-americano, Janet Yellen, garantiu ontem que o pacote expansionista superior a 2 biliões de dólares aprovado em março não será suficiente para suster a pressão inflacionista, razão pela qual defendeu a necessidade de os juros permanecerem baixos nos próximos anos. Yellen defendeu ainda a necessidade de adoção de uma taxa fiscal mínima global sobre as empresas.

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