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Por estar na confluência destas contradições das direitas e esquerdas, provavelmente estaremos perante um dos Presidentes mais livres para decidir “sem amarras” sobre tudo e todos, como insistiu em toda a campanha, no estrito respeito da Constituição.

Um tempo novo com Seguro

Relembrando o ateniense Sólon a obrigatoriedade do voto é saudável, porque evita a falsa neutralidade e elimina a indecisão. Quem tem a experiência de decisão em incerteza, sabe que é obrigado a escolher, não a que considera ótima, pois esta é por si só uma evidência, mas a boa decisão do momento.

Os apelos ao voto em branco à direita

A ideia central para um país desavindo, em mudança e renovação geracional e política, tem de ser um PR que não é eleito para pôr uns portugueses contra outros, mas para cimentar um chão comum, para que as nossas naturais dissensões ideológicas, e de qualquer outra, possam ser respeitadas e desenvolvidas num quadro de antagonismo salutar e de natural fricção de pensamento e ação.

Não é por acaso que é unipessoal

Preferiram a ética das convicções, e a maledicência oportunista, à ética da responsabilidade. Estimularam a divisão dos eleitorados entre esquerda e direita para levar a natural luta parlamentar para Belém. Omitiram cinicamente o texto da Constituição dos limitados e específicos poderes do PR e o seu papel no regime.

A ética de Seguro

O Joaquim Aguiar é uma história da democracia de Abril praticada por um homem bom e brilhante. O privilégio que tive nas longas conversas, reuniões de trabalho e revisões de texto conjuntas não vai poder ser repetido.

Joaquim Aguiar, um homem bom e brilhante

A fragmentação do eleitorado, rica do ponto de vista de uma democracia representativa, vista como demoníaca pelos partidos quando se pronunciam uns sobre os outros, poderia ser apenas circunscrita às legislativas, mas transferiu-se para as presidenciais.

Em Belém não haverá Rei

O povo terá o poder de demonstrar a sua sabedoria em eleições para que, da outrora cadeira de D. João II, o novo ocupante nos livre do atraso de um Estado cúmplice com uma aristocracia estéril.

A cadeira de D. João II

Estamos em presença de candidatos que são contracandidatos. Não nasceram para ganharem nada, apenas para contraditar e para subir na notoriedade. São instrumentos hábeis para estratégias partidárias e pessoais.

Os candidatos e os contracandidatos

A resposta paradoxalmente mais sábia e mais estúpida do candidato: “Serei do campo político que votar em mim. E como ganhar as eleições é ter votantes de todos os campos políticos, serei de todos os campos e de nenhum.”

Seguro não é de esquerda?

Foi uma boa lição que os portugueses deram, ao usarem a seu bel-prazer os instrumentos democráticos, sem seguir a estafada e repetida conversa na comunicação social dominada por uma elite restrita que ganha nos media aquilo que não se passou nas urnas.

A proximidade eleitoral na autarquia

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